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Neste 28 de Abril de 2019,( Domingo) a manha já começou com a morte de um rapaz de nome Aílton de Jesus da Silva, o fato ocorreu no bairro Novo Horizonte zona norte de Macapá, na Rua Hermes Monteiro da Silva.
A vitima bebia em companhia dos assassinos, onde se desentenderam e chegou a este fim trágico.
Agora estou vendendo perfumes com a marca top internacional/select beauty, temos a pronta entrega o SILVER SCENT 100 ml o valor de loja é R$ 189,90 e eu vendo ao preço de R$ 155,00 nao fazemos entregas em bairros distantes a entrega é feita nos referidos bairros SANTA RITA,JESUS DE NAZARÉLAGUINHO E PACOVAL . Fone de contato e what 096- 981242950 Alexandro Colares
Venho através deste pedir, a homossexuais,negros,umbandistas e todos mais que fazem parte deste nosso grupo minoritário,que todos nós, nos mantenhamos unidos e assim continuaremos fazendo a oposição, de cabeça erguida sabemos que tudo ou que seja parte do que se foi conquistado ao longo desses anos agora vai se acabar ou ficar engavetado por muito tempo .Mais estaremos de cabeça erguida e de mãos dadas com todos os segmentos da classe minoritária qual eu faço parte eu sendo de orientação homossexual.
E assim eu ALEXANDRO COLARES, quero parabenizar por sua vitoria o GOVERNADOR REELEITO do meu ESTADO AMAPÁ Waldez Goes e desejar sucesso nesses 4 anos vindouro, e não esquecendo de assim também parabenizar o PRESIDENTE DA REPUBLICA eleito JAIR BOlSONARO desejo que seja um presidente para todos. Aqui lembrando que aqui se poe e aqui se tira sucesso nessa jornada. Não queremos um Brasil de restrições e sim um Brasil de respeito.
Na tarde desta Sexta feira 26 de Outubro,os motoristas de Ônibus de Macapá se revoltaram contra a bandidagem e fizeram manifestação na praça da bandeira por motivo da morte de um colega de categoria que foi morto por bandidos nesta manha.
Órgão recorreu da decisão que soltou envolvidos e alega que provas foram desconsideradas. Operação que investiga trabalho escravo e exploração ilegal de ouro prendeu 13 pessoas em 2017.
Para o MPF, provas e a atuação dos diversos órgãos não foram levadas em consideração na decisão. No pedido, o ministério também reforça que a decisão pode trazer prejuízos à instrução da ação penal, além de por em risco a ordem pública. O recurso foi protocolado na sexta-feira (9).
Na decisão judicial que liberou os presos, o juiz entendeu que eles já não colocavam mais em risco as investigações. Os procuradores adiantaram no pedido que, caso o magistrado mantenha a decisão, vai recorrer ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília.
Se na segunda instância a decisão for mantida, o MPF informou que pede que os envolvidos sejam obrigados a cumprir medidas alternativas. Entre elas, proibição de sair do Amapá e de acesso às áreas de lavra e pesquisa exploradas pela Cooperativa de Garimpeiros do Lourenço (Coogal), assim como o pagamento de fiança.
Ao todo, a operação fez a prisão de 13 pessoas, 4 foram liberadas no dia 6 de março. As investigações indicam que trabalhadores estavam em condições análogas àescravidão no distrito de Lourenço, em Calçoene, no Norte do Amapá.
Minamata
Segundo a PF, empresários do Rio de Janeiroe de São Paulo se apoderaram da cooperativa e usaram os trabalhadores em condições análogas à escravidão. A organização criminosa teve participação de políticos locais, de acordo com as investigações.
A polícia afirmou que o grupo se aproveitou de políticas públicas para inclusão social dos garimpeiros para disfarçar a exploração clandestina da área. A organização criminosa fingia que realizava apenas pesquisa mineral e extração artesanal de pequeno porte.
A operação foi chamada de Minamata, numa referência a uma cidade japonesa onde, nas décadas de 50 e 60, houve o envenenamento de centenas de pessoas por mercúrio.
A professora Maria Nicélia Pereira, de 44 anos, dava um banho de mangueira em seus alunos, com idades entre 3 e 4 anos, quando o vigia Damião Soares dos Santos chegou à creche Gente Inocente, em Janaúba, no interior de Minas Gerais.
Em questão de segundos, ele retirou um balde da mochila e começou a espalhar um líquido nas crianças.
Desesperada, a professora saiu em disparada pela rua e pediu ajuda para alguns homens que estavam por ali.
Célia, como é mais conhecida, sofreu queimaduras nos dois braços, no rosto e nos pés.
“Foi uma cena de terror, um trem inexplicável. Foi um atentado contra as crianças. A gente imagina que isso aconteça em São Paulo ou nos Estados Unidos, mas em uma cidadezinha pequena dessa ninguém imagina nunca, nunca, nunca”, contou a professora ao jornal “O Estado de S. Paulo”.
A diretora da unidade, Aline Cristina Mendes Santos, se escondeu no banheiro, junto com algumas crianças.
Célia, que faz aniversário no dia 11 de outubro, véspera do dia de Nossa Senhora Aparecida, afirma ter renascido naquele dia.
O STF (Supremo Tribunal Federal) começa nesta terça (24) a ouvir os depoimentos de homologação do acordo de delação premiada dos 77 executivos da Odebrecht. As oitivas devem se estender por toda a semana. As informacões são da Folha de S. Paulo.
Na noite de segunda (23) a presidente do STF Cármen Lúcia autorizou que os juízes auxiliares do gabinete te Teori Zavaski, que era relator da Lava Jato e morreu na semana passada na queda de uma aeronave em Paraty, continuassem com os trabalhos das delações premiadas dos executivos.
Foto: Rodrigo Souza/ Futura Press
Como o próprio jornal antecipou, as audiências de homologação estavam marcadas para começarem na última sexta-feira (20), mas foram suspensas após a notícia do acidente de avião que matou o ministro do STF.
Nessas audiências, os executivos confirmarão se fizeram os acordos de delação de livre e espontânea vontade.A decisão dá a Cármen Lúcia mais fôlego para decidir sobre quem será o ministro relator da Lava Jato.
Era de se esperar: o Brasil inteiro estava ansioso pra ver a “nova” Chapecoense do técnico Wagner Mancini em campo. Não era para menos. Depois do desastre na Colômbia, a emoção que mobilizou todo o país, todo mundo queria ver o retorno do clube de Santa Catarina aos gramados. Mas não foi bem assim.
A Globo apenas transmitiu o jogo para São Paulo e Santa Catarina – estados dos protagonistas do espetáculo. E, para as demais cidades brasileiras, sobrou mesmo o Caldeirão do Huck em seu horário habitual. A audiência não gostou nada disso e reclamou muito pelas redes sociais.
Quem também não perdeu tempo e também fez a sua corneta particular foi Galvão Bueno. Sinceramente feliz com o retorno da Chape, o narrador só não pareceu muito satisfeito com a atuação de Felipe Melo, que voltou ao futebol brasileiro como reforço do meio-campo do Palmeiras. O narrador não deixou por menos.
-Que ele tenha uma boa estreia e uma boa passagem pelo Palmeiras. Futebol ele sempre teve. Às vezes se perdeu pela cabeça, como na entrevista dele de apresentação, dizendo que se tiver que dar um tapa em uruguaio, dá, que se precisar bater, bate. Um ídolo do futebol é sempre um ídolo de crianças, de jovens. Sempre as crianças têm os jogadores como seus ídolos, e o jogador de futebol não pode ser apologista da violência. Um belíssimo jogador Felipe Melo, vem de grandes times da Europa, tem tudo para fazer uma grande campanha no Palmeiras. Precisa deixar essas bobagens de lado.
Caio Ribeiro, comentarista que estava ao lado de Galvão junto com Casagrande, concordou e também fez o seu comentário, dizendo que o papel de Felipe em seu novo desafio é, simplesmente, jogar bola.
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A Justiça Federal do Rio decretou sigilo sobre as investigações que apuram as causas da queda do avião que levava o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki e outras quatro pessoas.
A decisão é do juiz Raffaele Felice Pirro, da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis. O sigilo em relação a investigações sobre acidentes aéreos tem sido praxe no país. É uma forma de viabilizar a troca de informações com a Aeronáutica, responsável técnica pela apuração.
Lei sancionada em 2014 tornou sigilosa as investigações da Aeronáutica em acidentes do tipo. A polícia e o Ministério Público, ao apurar a queda de um avião, só têm acesso à caixa-preta -com as conversas da tripulação na cabine- mediante decisão judicial.
A lei estabelece duas condições para liberar os dados: que o Cenipa, órgão da Aeronáutica responsável pela apuração de acidentes aéreos, seja consultado antes; e que essas informações sejam protegidas por segredo de Justiça, de modo a evitar a divulgação.
A investigação do Cenipa tem como objetivo achar falhas que previnam novos desastres, e não procurar culpados. Este último ponto é alvo das apurações do MPF e da polícia.
O Ministério Público Federal requisitou documentos à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e ao Comando da Aeronáutica relativos à manutenção da aeronave e gravações de conversas entre o piloto e a torre de controle.
A procuradora Cristina Nascimento de Melo começa a ouvir as primeiras testemunhas nesta semana.A Polícia Civil do Rio também instaurou inquérito.
A retirada dos destroços do bimotor King Air da baía de Paraty está em curso. Ao final, o material será levado para uma marina em Angra dos Reis e, em seguida, numa carreta para o Rio.
As lembranças do trágico acidente do avião da Chapecoense ainda estão muito vivas na memória de Fullmann. O goleiro, que teve a perna amputada e foi um dos seis sobreviventes, revelou o momento da queda e o pedido de socorro.
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"Lembro quando o avião desligou, as luzes se apagaram. Vi que alguma coisa estava errada. O avião não chegou a cair. Depois que desligou ele começou a flutuar devagar. No momento do choque eu não lembro, eu apaguei, porque foi muito rápido. Foi muito rápido. Lembro de ter acordado (antes do resgate), sim. Abri os olhos, estava muito escuro, estava muito frio. Eu tremia de frio. Eu gritava 'socorro, eu não quero morrer'. Alguns dos amigos, que ainda estavam vivos, também gritavam", disse em entrevista ao Fantástico.
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"Vi minha mãe primeiro. Foi muito difícil, porque ali acordei. Chorava muito com minha mãe, com meu pai, mas começava a melhorar", completou.
Às 21h30 (de Brasília) da próxima quinta-feira (26), na Arena Condá, a Chapecoense estreia na Primeira Liga diante do Joinville.
Diane Rodríguez nasceu homem e Fernando Machado, mulher, e nenhum deles fez cirurgia de mudança de sexo.
Olivia CrellinDa BBC
'Depois de três semanas morando juntos, fiquei grávido', lembra Fernando
(Foto: Divulgação)
Diane Rodríguez e Fernando Machado são um dos casais transgêneros mais
famosos da América Latina. E recentemente tiveram seu primeiro filho no EQUADOR.
"Ainda não escolhemos o nome. Talvez já tenhamos, na verdade, mas ainda
estamos esperando para anunciá-lo", diz Diane com os olhos fixados no
celular enquanto tecla com suas unhas perfeitamente bem feitas.
Ela e seu parceiro querem esperar que as coisas se acalmem um pouco.
Enquanto isso, o filho do casal chega à 18ª semana. Nascido no último
dia 20 de maio, ele é chamado carinhosamente de Caraote - "caracol".
Para muitos, Diane e Fernando são o símbolo de uma crescente tolerância sobre a diversidade sexual na região. Paternidade
O casal se conheceu pelo Facebook.
Diane nasceu homem e Fernando, mulher
(Foto: Divulgação)
Diane, nascida Luis, buscava alguém com quem pudesse construir uma
família. Queria que sua alma gêmea também apoiasse sua carreira como
ativista.
Passou horas passeando por perfis nas redes sociais até que conheceu Fernando, outro transgênero.
Fernando, que nasceu Maria na Venezuela, sorri quando se lembra de como
o romance começou: "Depois de alguns dias batendo papo com ela, peguei
um ônibus e fui para o Equador".
"Depois de três semanas morando juntos, fiquei grávido", conta.
A gravidez só foi possível porque nem Diana nem Fernando decidiram se
submeter à cirurgia de mudança de sexo. Por isso, não precisaram de
ajuda médica para conceber o bebê.
Mas para um pai ou mãe transgênero que deseja colocar um filho no mundo, o Equador está longe de ser o paraíso da aceitação.
Diane e Fernando não fizeram cirurgia de mudança de sexo
(Foto: Divulgação)
Episódios de violência contra minorias sexuais, como os transgêneros, são ainda comuns.
Diane, por exemplo, já foi sequestrada inúmeras vezes.
As sedes de sua ONG, a Silueta X, são monitoradas por câmeras 24 horas
por dia com o objetivo de garantir condições mínimas de segurança. Mãe e ativista
Ativistas como Diane acreditam que sua grande visibilidade ajuda a conscientizar o público.
Por exemplo, durante a gravidez, o casal publicou no Facebook um vídeo
que mostrava como um médico aconselhava Fernando a não se esquecer de
que era uma mulher.
O vídeo viralizou e o hospital foi obrigado a pedir desculpas.
(Foto: Divulgação)
Ser publicamente reconhecido como um transexual não é um problema para
Diane. No entanto, viveu momentos dos quais prefere esquecer. A
prostituição e o distanciamento da família são parte de sua história.
Agora, Diane alimenta positivamente seu status de ativista.
Frequentemente, publica fotos suas junto com Fernando atraindo milhares
de "curtidas".
Mas, para uma parcela da comunidade LGBT no Equador, não se trata apenas de uma vontade nobre.
Segundo eles, Diane tem planos de ingressar na política e estaria
usando a plataforma do movimento para alcançar seus objetivos.
Sua relação com o presidente do país, Rafael Correa, dizem, seria próxima demais.
Correa, que é católico, já fez comentários homofóbicos e transfóbicos publicamente.
Diane também foi alvo de críticas por suas tentativas de reconciliar a
Igreja Católica com os grupos LGBT. Para alguns integrantes do
movimento, isso não é possível.
Por outro lado, é vista como um exemplo a ser seguido por muitos: mesmo
sendo transexual, ela se recusou a fazer a operação de mudança de sexo,
assumiu seu papel de mãe e começou a construir uma família.
Para muitos, eles se tornaram símbolo de crescente tolerância à diversidade sexual na América Latina
(Foto: Divulgação)
Em 2013, Diane foi a primeira transgênero que se candidatou a uma vaga no Congresso equatoriano.
Apesar de não ter sido eleita, atualmente disputará o Senado em 2017.
Etnia reivindica melhores condições de saúde, pavimentação e energia elétrica Eletronorte informou que acompanha o caso e mantém contato com índios.
O bloqueio realizado por índios da etnia Parakanã na rodovia
Transamazônica, no sudeste do Pará, chegou ao quarto dia nesta
segunda-feira (26).Cerca de 150 indios participaram da manifestação no trecho da rodovia na ponte do Bacuri,
que liga os municípios de Marabá e Novo Repartimento, em um protesto
por melhores condições de saúde, pavimentação das estradas que dão
acesso às aldeias e energia elétrica.
Segundo o cacique Kwatine Parakanã, as condições em que vivem os quase
500 índios da reserva Parakanã ficaram precárias após eles terem sido
remanejados pela Eletronorte da área em que viviam antes da construção
da Hidrelétrica de Tucuruí. A Eletronorte informou em nota que está
acompanhando os acontecimentos e que mantém contato permanente com a
comunidade Parakanã por meio de sua área de meio ambiente e de seu
consultor indigenista.
O grupo afirma que só irá liberar a rodovia com a chegada de
representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai). A Funai ainda não
comentou o assunto. Sobre as melhorias nas vias de acesso às aldeias, o
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ainda não
se manifestou.
Cerca de seis aldeias são representadas na manifestação. O cacique
Haytyga Parakanã ressaltou que os indígenas também pedem a construção de
casas, posto de saúde e escola na área, além de melhorias na
infraestrutura com a implantação de rede elétrica e poços artesianos.
O caminhoneiro Pascoal Viana ficou impedido de seguir viagem como
bloqueio na rodovia, mas considera o protesto justo. "É precária a
situação da estrada e não é de hoje. Nós estamos aqui parados sem poder
dar prosseguimento à nossa viagem, a nossa carga atrasa, está tudo
atrasado, ficamos aqui na rodovia só tendo despesas", lamentou o
caminhoneiro.
Foi por volta das 08h00min da manhã desta sexta-feira (23), que
aconteceu mais uma tentativa de homicídio no interior de uma escola.
Desta vez foi na escola Castelo Branco, que fica no bairro do Trem,
quando o J.W.M.C (16), aplicou uma facada no braço esquerdo do LUIZ
RODRIGO BELÉM DOS SANTOS (18), que se virou a tempo, pois a facada era
para atingir as costas dele. Após esfaquear o Luiz, o menor infrator
fugiu para a casa dele, porém, logo em seguida, chegou uma Guarnição da
PM comandada pela Ten. Vanessa, que foi até a casa do menor, e com a
ajuda da mãe dele, foi apreendido e entregue na DEIAI, onde foram
tomadas as providências.
O tribunal analisou irregularidades praticadas no âmbito do Convite
7/2004, que visava a contratação de empresas para promover a prestação
de Serviço de Apoio Administrativo e Operacional no Porto de Belém.
O Tribunal de Contas da União (TCU) deu
continuidade à análise de indícios de irregularidades constatadas em
contratos e licitações da Companhia Docas do Pará (CDP), objeto de
investigação da denominada “Operação Galileia”. O grande número de fatos
apontados na operação, relacionados a fraudes em licitação na CDP,
levou o TCU a constituir processos específicos para análise de cada um
dos contratos.
O tribunal analisou irregularidades
praticadas no âmbito do Convite 7/2004, que visava a contratação de
empresas para promover a prestação de Serviço de Apoio Administrativo e
Operacional no Porto de Belém.
Os indícios de irregularidade
identificados autorizaram a realização de audiências dos gestores e das
empresas envolvidas na fraude do processo licitatório, mas as
justificativas defendidas foram rejeitadas pelo TCU. Porém, a pretensão
de aplicação de sanção às empresas em virtude da fraude identificada na
etapa competitiva do convite encontra-se prescrita.
Segundo o ministro relator, Benjamin
Zymler: “ao examinar a postura daqueles chamados em audiência, observo
que não foram afastadas as falhas inicialmente vislumbradas por este
tribunal, relacionadas à elaboração de orçamento estimativo com valores
superestimados; condução e homologação de procedimento licitatório com
indícios de simulação com vistas a fraudar o caráter competitivo do
certame e a fraude ao Convite 7/2004”. Ficou determinado, por fim, que o
processo fosse anexado às contas ordin árias correspondentes da
Companhia Docas do Pará.
Operação Galileia –
iniciada pela Polícia Federal em dezembro de 2005, a operação apurou um
esquema de fraude a licitações na Companhia Docas do Pará que, à época,
já teria provocado um prejuízo de mais de R$ 7 milhões aos cofres da
companhia. Os esquemas de fraude ocorriam mediante processos irregulares
de dispensa e inexigibilidade de licitação, pagamento de propinas,
alterações qualitativas e quantitativas nas aquisições feitas pela CDP.
Exames serão, prioritariamente, realizados em grávidas com suspeita de zika e em recém-nascidos com microcefalia A Sala Estadual de Situação, que coordena as ações de enfrentamento ao
mosquito Aedes aegypti, no Amapá, deu um passo importante no estudo dos
casos de microcefalia com a implantação, nesta quarta-feira, 21, do
exame laboratorial para o diagnóstico da zika.
A partir de agora, o Laboratório Central
de Saúde Pública do Amapá (Lacen), vai realizar o Teste Molecular para
zika, com uso da técnica de RT-PCR para detecção viral.
Os exames serão prioritariamente
realizados em grávidas em qualquer período gestacional com suspeita de
zika e em recém-nascidos com microcefalia, também suspeitos da doença,
conforme preconiza o Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de
Microcefalia e/ou Alterações do Sistema Nervoso Central, do Ministério
da Saúde.
A realização do exame no Estado dará
maior agilidade no diagnóstico. Antes, o material coletado era
encaminhado para o Instituto Evandro Chagas, e devido a demanda
nacional, levava até seis meses para ser entregue.
Desde o início do ano, o Lacen
encaminhou ao instituto cerca de 380 amostras e só recebeu 37
resultados. Agora, com os exames feitos no Amapá, o resultado sairá em
15 dias, o que possibilitará elucidar todos os casos relacionados com a
microcefalia com mais rapidez.
Todas as Unidades Básicas de Saúde da
capital e alguns municípios próximos a Macapá, poderão fazer a
notificação e coleta do material biológico e encaminhar ao Lacen, para a
realização do exame. Somente os municípios mais distantes ficam
impossibilitados, pois a amostra biológica deverá ser refrigerada após a
coleta e encaminhada ao Lacen em até quatro horas. Nestes casos, os
municípios deverão encaminhar as pacientes com a solicitação de exame
junto com a ficha de notificação, para realizar o exame no próprio
Lacen, em Macapá.
Reforço na prevenção
A implantação do Teste Molecular para as Arboviroses é mais uma medida
da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio da Sala Estadual de
Situação, que reforça as ações de prevenção, controle e monitoramento
das doenças e agravos relacionados ao mosquito Aedes aegypti, feitas
pelas Vigilâncias Epidemiológicas do Estado e Municipais.
“O Amapá é o terceiro Estado do Norte a
implantar o teste molecular para Zika. Este é mais um avanço no
enfrentamento à microcefalia e na questão da prevenção e de controle do
Aedes aegypti. Pois a agilidade no diagnóstico irá direcionar nossas
ações no combate ao mosquito. Este é um ganho muito grande para a saúde
pública do Amapá”, finalizou a secretária de Saúde, Renilda Costa.
Carta de intenção
Em junho deste ano, o Lacen e o Instituto Pasteur, da Guiana Francesa,
assinaram durante a Semana de Saúde na Fronteira, uma carta de intenções
relativa à cooperação transfronteiriça no âmbito da saúde e da pesquisa
médica.
O documento tem como objetivo estreitar e
fortalecer a cooperação técnico-científica entre os dois países, com o
intuito de ampliar e dar suporte ao acesso de instituições de ciência,
tecnologia e inovação, a fim de melhorar o diagnóstico e a vigilância
epidemiológica das doenças vetoriais que acometem a fronteira
franco-brasileira. Com isso, a Guiana Francesa já realiza exames dos
brasileiros que atravessam a fronteira.
O Lacen
O Lacen integra o Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública,
possui equipamentos de alta tecnologia e profissionais totalmente
capacitados e pronto para a implantação de novas metodologias
necessárias para atender as demandas em saúde pública.
Dentre os agravos relacionados ao Aedes aegypti, o Lacen realiza sorologias para dengue, chikungunya e febre amarela urbana.
Dados dos agravos relacionados ao Aedes aegypti 03 de janeiro a 17 de setembro/2016
DENGUE – Foram notificados 2.795, sendo 1.351 positivos.
CHIKUNGUNYA – Foram notificados 772 e confirmados 93 casos
ZIKA – das 800
notificações de Zika Vírus, 179 foram confirmados. O sistema aponta 44
NOTIFICAÇÕES de Zika em gestantes, aguardando resultado.
DADOS DA MICROCEFALIA –
Com relação aos casos de microcefalia, até 20 de agosto deste ano o
Estado registrou 13 notificações da doença, sendo quatro descartados e
nove confirmados sem ligação com a Zika.
Algumas
situações críticas podem nos fazer aprender muito sobre a vida. Que o
diga a família do fazendeiro Stan McCubbin, que vive em um sítio no
Kentucky, nos Estados Unidos.
Como
faz todos os dias, ele foi verificar como estavam algumas de suas vacas
— ele conta que quase sempre uma está à espera de dar à luz. E foi
assim que ele conheceu Lucky, um bezerro recém-nascido que tinha duas
cabeças.
Stan
ficou chocado com o nascimento do bezerro com anomalia, mas fez disso
um aprendizado e tanto para ele e sua família. Mesmo com duas cabeças, o
animal em nenhum momento se identificava como sendo estranho em relação
aos seus irmãos. E McCubbin aproveitou a deixa.
Toda
a comunidade quis conhecer, é claro, o bezerro. E o fazendeiro
aproveitou a comoção para mostrar ao mundo que o diferente pode ser
apenas diferente e ponto. Pois vem sendo assim com Lucky, que se
comporta exatamente igual a todos os bezerros recém-nascidos.
“O
que passo para todos da comunidade é que Lucky é diferente, especial,
mas nem por isso deve assustar alguém. Claro, ele precisa de alguns
tratamentos que outros bezerros não precisam, mas isso não o faz pior
que nenhum dos outros. É essa a mensagem que quero passar”, afirma
McCubbin.
Luciana Lima, esposa de Domingos, e seus familiares devem receber uma indenização da emissora (AgNews)
Após a morte do protagonista de “Velho Chico”, Domingos Montagner, a Rede Globo
tem dado à família do ator todo o suporte financeiro e psicológico.
Segundo a colunista Keila Jimenez, do “R7”, a emissora deve fazer o
pagamento do contrato do ator na íntegra até 2020, quando ele venceria.
Além de pagar os salários - cujos valores variam entre R$ 70 mil e R$ 100 mil - de Domingos Montagner até o fim do contrato, a Rede Globo
pretende ainda fazer um acordo financeiro de indenização com os
familiares do ator. Com isso, a emissora pretende evitar qualquer
processo, já que Domigos Montagner estava no Nordeste a trabalho quando se afogou.
O
Ministério Público do Amapá (MP-AP) avaliou como satisfatório o
resultado do julgamento realizado pelo Pleno do Tribunal de Justiça do
Amapá (TJAP), nesta quarta-feira
(16). A maioria dos desembargadores votou pela condenação dos réus
pelos crimes de dispensa ilegal de licitação e peculato conforme
denúncia e instrução com base na Ação Penal Pública nº 0001417-13.2012.8.03.0000,
referente ao pagamento de mais de R$ 5 milhões em passagens aéreas pela
Assembleia Legislativa do Estado do Amapá (ALEAP) para a empresa
Tapajós Agência de Viagens e Turismo Ltda. (ECOTUR).
O
primeiro julgamento de uma ação penal resultante da Operação Eclésia,
deflagrada em 2012 pela Polícia Civil e o MP-AP, condenou o ex-presidente
da ALEAP, deputado estadual Moisés Souza e o ex-deputado estadual
Edinho Duarte, além dos servidores Lindemberg Abel do Nascimento,
ex-chefe de gabinete da ALEAP; Janiery Torres Everton, ex-presidente da
Comissão Permanente de Licitação; Edmundo Ribeiro Tork Filho,
ex-secretário de Finanças do legislativo; e a empresária Maria Orenilza de Jesus Oliveira, proprietária da agência de viagens.
Os condenados cumprirão penas correspondentes aos crimes de dispensa
ilegal de licitação e peculato, respectivamente, 4 anos e 2 anos e 8
meses de prisão, em regime inicialmente aberto, além de perda de mandato
eletivo e de cargo ou função pública que eventualmente estejam
ocupando, assim como multa solidária no montante corresponde ao desvio
apurado no decorrer do processo.
Edinaldo
Batista, do Movimento Mãos Limpas e organização não governamental
Transparência Amapá avaliou o resultado como extremamente positivo.
“Este é um dia que vai ficar na história como um divisor de águas, em
que o judiciário amapaense demonstrou força contra os poderosos, dando
esperanças para a sociedade”, avaliou o representante da sociedade
civil.
Os
procuradores de Justiça que participaram das instruções e do
julgamento, Marcio Augusto Alves, Nicolau Crispino e Estela Sá,
avaliaram como positivo esse resultado. “Este é só o início, temos mais
de vinte ações penais para serem julgadas, várias inclusive já
instruídas”, informou o procurador Crispino.
Para Estela Sá, "os esforços de todos os membros do Ministério Público foram alcançados no dia de hoje,
embora a condenação tenha sido parcial, mas podemos considerar que o
resultado mostra que a impunidade neste Estado acabou. Todos foram
condenados com perda de cargo eletivo e público, devendo ressarcir o
valor desviado na cifra de pouco mais de cinco milhões de reais".
“O
MP está feliz, mas de alguma maneira ele traz em si um pouco também de
indignação quanto aos artigos penais da inicial que não foram atendidos
pelo Tribunal, mas isso não quer dizer que a defesa também não tenha
ficado indignada e, provavelmente irá recorrer, e nós vamos analisar com
a equipe toda para medir as dimensões da decisão do TJAP neste dia
histórico para a sociedade amapaense”, avaliou o procurador-geral de
Justiça, Roberto Alvares.
Em
2012, por ocasião da Operação Eclésia, o procurador de Justiça Márcio
Augusto Alves criou uma Comissão de Trabalho para combater a corrupção
composta pelos promotores de Justiça: Ivana Cei, Afonso Guimarães, Luiz
Marcos da Silva, André Luiz Araújo, Alexandre Flávio Monteiro, Vinicius
Mendonça Carvalho, Tiago Diniz e Ricardo Crispino, com objetivo de
apurar atos de improbidade administrativa no âmbito da ALEAP.
Gilvana Santos - ASCOM / MP-AP
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá
O
procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP),
Roberto Alvares, conduziu reunião, na tarde da última sexta-feira (16),
com o secretário municipal de Obras da Prefeitura de Macapá, Emílio
Escobar, o coordenador de Filial da Caixa Econômica Federal, Helielson
Ribeiro, e o gerente Regional da Caixa, Jonathan Nascimento. O encontro
teve por intuito cobrar as providências necessárias e verificar o
andamento nas elaborações de planilhas e relatórios, visando a liberação
dos recursos para retomada das obras do Hospital Metropolitano.
O PGJ informou sobre a sua participação na sessão itinerante promovida pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, na última quinta-feira
(15), onde recordou que vem cobrando, desde que assumiu a gestão do MP,
há cerca de dois anos, a retomada dessa importante obra para o sistema
público de saúde. “O esforço que nós estamos fazendo é porque queremos
esse hospital funcionando da maneira correta e não por estar almejando
promoção pessoal”, pontuou Roberto Alvares.
Helielson
Ribeiro disse que um dos entraves para liberação de recursos ainda
consiste na ausência de toda a documentação e cotação necessária para a
qualificação de uma análise e eventuais diligências, e ponderou
que a Caixa não tem intuito de dificultar os andamentos da obra, que na
realidade existem pontos nas planilhas orçamentárias que necessitam de
ajustes. ”A Caixa solicita, pelo menos, três cotações de preços para os
serviços. No entanto, a maioria dos itens da planilha apresenta apenas
uma cotação. Por isso, as análises estão atrasadas, pois, para que sejam
realizadas, é necessário que atendam os requisitos exigidos pela
legislação vigente”, asseverou.
Escobar
assegurou que, em menos de trinta dias, deverá apresentar as cotações
com os reais custos necessários para finalização da obra e que servirá
de subsídio para futura reunião no Ministério da Saúde e captação de
recursos, via emenda parlamentar. “Encontramos enorme resistência no
mercado local e não conseguimos fechar essas cotações. Por outro lado,
já temos os projetos para reparo dos danos causados pelo tempo, bem como
está em elaboração o Plano Diretor Hospitalar”, informou o secretário.
O
Plano Diretor Hospitalar será constituído por representantes das partes
para sanar as necessidades e irregularidades e, assim, adequar às
rubricas que ainda estejam carecendo de análises.
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá