Documento explica que falsas denúncias são articuladas pelo
senador Renan Calheiros, contra quem o PSOL luta desde 2007, encabeçando
o movimento “Fora Renan”
A Executiva Nacional do PSOL, em conjunto com a bancada do partido no
Congresso Nacional, divulga nesta quarta-feira (20) uma nota em defesa
do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que tem sido vitima de falsas
denúncias levadas a cabo por políticos do Amapá considerados
“fichas-sujas”. A solidariedade do partido se dá logo após constantes
investidas de setores conservadores do Estado, em jornais da grande
imprensa, que acusam Randolfe de ter recebido mesada durante seis meses
como deputado estadual do Amapá. De acordo com a nota, tais investidas
são capitaneadas pelo atual presidente do Senado Federal, Renan
Calheiros (AL). “Na verdade, o artífice desta ofensiva é Renan
Calheiros, cujas credenciais dispensam comentários e contra quem o PSOL
lutou sem trégua, desde 2007, quando encabeçou a campanha ‘Fora Renan’”,
ressalta o documento.
Ao final, a Executiva do PSOL e a bancada do partido enfatizam que “o
PSOL não irá se intimidar com mais esta tentativa de colocar nosso
partido na vala comum dos ‘fichas-sujas’. Querem nos calar a todo custo,
pois sabem que somos hoje o único partido no Congresso Nacional que
defende de forma homogênea a ética, de maneira intransigente, e que não é
conivente com desvios de conduta, mesmo que estes interesses poderosos
nos ameacem com todo tipo de violência e arbitrariedade”.
Confira abaixo a íntegra da nota, assinada pela Executiva Nacional do PSOL e pela Bancada do PSOL no Congresso Nacional.
Nota da Executiva Nacional e da bancada federal do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em apoio ao senador Randolfe Rodrigues
Prestamos nossa solidariedade ao companheiro senador Randolfe
Rodrigues, vítima de um ataque calunioso de parte de quem não tem a
mínima credibilidade: senador Renan Calheiros, presidente do Senado
Federal.
Renan encaminhou à Procuradoria Geral da República petição contra o
senador Randolfe Rodrigues a partir de uma denúncia falsa divulgada por
um notório “ficha-suja” do Estado do Amapá, condenado por improbidade
administrativa e indiciado pela CPI do Narcotráfico. Trata-se do
ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá, Fran Júnior, atual
chefe de gabinete do deputado estadual do Amapá, Moisés Souza (PSC),
também ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, afastado em
2012 por denúncias de formação de quadrilha, fraude em licitação,
peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foi também um dos
denunciados pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Narcotráfico, do
Senado, acusado de envolvimento no crime organizado, tráfico de drogas e
corrupção ativa.
Fran Júnior, porém, é só a face pública do ataque da direita
brasileira ao PSOL. Na verdade, o artífice desta ofensiva é Renan
Calheiros, cujas credenciais dispensam comentários e contra quem o PSOL
lutou sem trégua, desde 2007, quando encabeçou a campanha “Fora Renan”.
Estes ataques contra o senador não são novidade, visto seus
enfrentamentos contra o crime organizado no Amapá desde quando era
deputado estadual, sempre atuando ao lado Ministério Público.
Consoante com a posição do PSOL em favor de todas as investigações
necessárias, o próprio Randolfe se antecipou e pediu a investigação
total do “dossiê”. O Ministério Público do Amapá já enviou resposta à
representação protocolada em agosto de 2012. O MP considerou as
denúncias improcedentes e investigará o autor delas por falsidade
ideológica. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal enviarão ao
senador a microfilmagem de todos os cheques recebidos por ele no período
de seu mandato de deputado estadual. Randolfe também protocolou uma
Notícia Crime, em setembro de 2012, no Ministério Público Federal. Nela
ele pede que o MPF investigue o autor do recibo falsificado que consta
do dossiê e que seja realizada uma perícia nos documentos. Na Polícia
Federal, Randolfe solicitou a abertura de inquérito e foi à PGR pedir
para que o Procurador Geral da República investigue o dossiê e comprove a
sua falsidade.
O PSOL não irá se intimidar com mais esta tentativa de colocar nosso
partido na vala comum dos “fichas-sujas”. Querem nos calar a todo custo,
pois sabem que somos hoje o único partido no Congresso Nacional que
defende de forma homogênea a ética, de maneira intransigente, e que não é
conivente com desvios de conduta, mesmo que estes interesses poderosos
nos ameacem com todo tipo de violência e arbitrariedade. De nossa parte,
não há o que temer quando se está do lado da justiça por isso prestamos
nossa solidariedade ao companheiro Randolfe Rodrigues, o qual tem se
destacado na luta contra o crime organizado no Amapá e no Brasil.
Executiva Nacional do PSOL e Bancada no Congresso Nacional
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sexta-feira, 22 de março de 2013
ESTATÍSTICA DAS MORTES VIOLENTAS DE 01 a 21.03.2013
1º
ARMA DE FOGO: com 25 homicídios (1 culposo)
21 em Macapá;
2 em Santana;
1 no Distrito do Coração e 1 no Igarapé da Fortaleza
(STN);
24 do sexo masculino e do sexo feminino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 28 homicídios, 15 em Macapá.
2º ARMA BRANCA com 20 homicídios;
7 em Macapá;
3 em Santana;
2 em laranjal do
Jari;
1em Calçoene,
1 em Oiapoque, 1 no Paredão (Ferreira Gomes), em Lourenço (Calçoene), 1 em Fazendinha,1 em
Tartarugalzinho, 1 na Ilha de Santana, 1 na Perimetral Norte (Porto Grande);
19 do
sexo masculino 1 do sexo feminino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 33 homicídios sendo 18 em Macapá.
3º
TRÂNSITO: com 20 óbitos
7 em Macapá;
5 na BR-156;
2
Rodovia JK e 2 em Santana;
1 na
Rodovia do Curiaú, 1 na Rodovia Alceu Paulo Ramos, 1 no Paredão
(Porto
Grande), 1 na BR-210;
16 do
sexo masculino e 4 do sexo feminino.
8 de
moto, 6 de carro, 3 de bicicleta e 3
pedestres.
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 26 óbitos, 6 em Macapá.
4º
SUICÍDIO: com 14 casos
7 em Macapá;
2 em Vitória do Jari, 2 em Cutias;
1 em Mazagão e 1 em Fazendinha e 1 em Santana ;
9 por
enforcamento, 3 por envenenamento, 1 por
esfaqueamento e 1 por arma de fogo.
10 do
sexo masculino e 3 do sexo feminino;
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 5 casos, 4 em Macapá.
5º
AFOGAMENTO: 10 óbitos
2 em Santana
1 em Macapá, 1 em Porto Grande, 1 em Mazagão, 1 em
Cutias do Araguary, 1 no Abacate da Pedreira,
1 em Amapá, 1 em Pracuuba, 1 no Bailique ;
Todos do sexo masculino;
Obs.:
No mesmo período do ano passado 21 óbitos, 6 em Macapá.
6º
ASFIXIA: 04 óbitos ( 1 por homicídio)
3 em Macapá;
1em Pedra Branca;
Todos do sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado 01 caso.
7º AGRESSÃO FÍSICA: 04 óbitos
2 em
Macapá;
1 em
Vitória do Jari 1 em Tartargalzinho;
Os 4
do sexo masculino;
Obs.:
No mesmo período do ano passado nenhum caso.
8º
CHOQUE ELÉTRICO: 03 óbitos
2 em Macapá;
1 em Itaubal,
3 do Sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado 02 casos.
9º TRAUMATISMOS DIVERSOS: 02 óbitos
1 em
Vitoria do Jari, 1 em Santana;
Ambos
do sexo masculino;
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 09 óbitos com 05 em Macapá
10º PAULADA:
01 homicídio
01 em Macapá;
Sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado 01 caso.
11º
QUEIMADURA: 01 óbito
1 em Macapá,
Sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado nenhum caso.
12º FETO: 1 óbito
Em
Santana;
Obs.:
No mesmo período do ano passado 01 caso, em Mazagão.
No
ano passado: 7 por causa desconhecida.
Alexandrocolares.blogspot.com
quinta-feira, 21 de março de 2013
CTMac inicia período de recadastramento dos mototaxistas de Macapá
A Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac) iniciou hoje,
20, o período de recadastramento dos mototaxistas legalizados atuantes no município de Macapá. O serviço se estenderá por 30 dias.
Neste ano os profissionais não precisarão pagar taxa de recadastramento, porém, aqueles que tiverem dívidas anteriores deverão regularizar os pagamentos junto à Companhia. Os mototaxistas que quiserem quitar seus débitos à vista terão 20% de desconto. Quem optar pelo parcelamento poderá dividir o valor em número maior de parcelas, desde que o valor mínimo não seja inferior a R$ 100,00.
Parcelamento
O profissional que optar pelo parcelamento terá licença provisória de 30 dias, que será renovada cada vez que as parcelas forem quitadas. Após o pagamento total, ele obterá licença provisória com validade de um ano. De acordo com levantamento da CTMac, existem profissionais com débitos pendentes desde 2006.

Documentação
Os documentos exigidos para o recadastramento são cópia e original de: RG, CNH, CRLV do veículo, licença de tráfego e comprovante atual de pagamento da Baixa e Cadastro de Veículo. Também deve ser entregue uma foto 3×4.
Colete
De acordo com normativa do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o colete aprovado para o exercício da profissão é de uso obrigatório. Ele é branco com faixas refletivas verdes. Os mototaxistas que não tiverem o colete terão um prazo de 30 dias para se adequarem às normas.
Serviços prestados aos mototaxistas
Atualmente a CTMac é responsável por autorização de baixa, cadastro das motos, baixa do veículo, licença de tráfego, carteira de condutor auxiliar, ficha de cadastro para isenção do IPVA, emissão de boleto para renovação de licença, carteira de condutor e condutor auxiliar e emissão de boleto para pagamento da taxa de gerenciamento.
Atualmente Macapá possui 1.478 permissões para o exercício da profissão de mototaxista. O recadastramento vai informar quantos são realmente atuantes.
—
Patricia Leal – Asscom CTMac
Neste ano os profissionais não precisarão pagar taxa de recadastramento, porém, aqueles que tiverem dívidas anteriores deverão regularizar os pagamentos junto à Companhia. Os mototaxistas que quiserem quitar seus débitos à vista terão 20% de desconto. Quem optar pelo parcelamento poderá dividir o valor em número maior de parcelas, desde que o valor mínimo não seja inferior a R$ 100,00.
Parcelamento
O profissional que optar pelo parcelamento terá licença provisória de 30 dias, que será renovada cada vez que as parcelas forem quitadas. Após o pagamento total, ele obterá licença provisória com validade de um ano. De acordo com levantamento da CTMac, existem profissionais com débitos pendentes desde 2006.
Documentação
Os documentos exigidos para o recadastramento são cópia e original de: RG, CNH, CRLV do veículo, licença de tráfego e comprovante atual de pagamento da Baixa e Cadastro de Veículo. Também deve ser entregue uma foto 3×4.
Colete
De acordo com normativa do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o colete aprovado para o exercício da profissão é de uso obrigatório. Ele é branco com faixas refletivas verdes. Os mototaxistas que não tiverem o colete terão um prazo de 30 dias para se adequarem às normas.
Serviços prestados aos mototaxistas
Atualmente a CTMac é responsável por autorização de baixa, cadastro das motos, baixa do veículo, licença de tráfego, carteira de condutor auxiliar, ficha de cadastro para isenção do IPVA, emissão de boleto para renovação de licença, carteira de condutor e condutor auxiliar e emissão de boleto para pagamento da taxa de gerenciamento.
Atualmente Macapá possui 1.478 permissões para o exercício da profissão de mototaxista. O recadastramento vai informar quantos são realmente atuantes.
—
Patricia Leal – Asscom CTMac
Confira o discurso do deputado Ivan Valente em defesa de Randolfe
Leia o discurso proferido em plenário, nesta terça-feira (19), pelo
deputado Ivan Valente (PSOL-SP), presidente do PSOL, em defesa do Senador Randolfe Rodrigues.
Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados,
Subimos a esta tribuna no dia de hoje para lamentar que o poder Legislativo Federal, que deveria defender a democracia, que deveria zelar pelos cidadãos e pelo interesse público, e que deveria servir de exemplo para o país, esteja sendo usado por aqueles que o utilizam apenas para seus fins mesquinhos e para atender aos interesses privados de seus aliados. Lamentamos ainda que o Governo Dilma seja cúmplice da desmoralização do parlamento brasileiro, ao impor este homem, Renan Calheiros, para dirigir o Senado Federal, um dos pilares da República.
Para ao mesmo tempo dar início a uma vendetta pessoal e também para colocar o Congresso à serviço da disputa de poder no Estado do Amapá, o senador Renan Calheiros, mais uma vez, abusou do poder que lhe foi outorgado quando eleito presidente do Senado e encaminhou uma petição contra o senador Randolfe Rodrigues para a Procuradoria-Geral da República a partir de uma denúncia falsa propagandeada por um notório quadrilheiro e ficha-suja do Estado do Amapá, condenado por improbidade administrativa e indiciado pela CPI do narcotráfico.
Trata-se do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá Fran Júnior, atual chefe de gabinete do deputado estadual do Amapá, Moisés Souza, também ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, afastado em 2012 por denúncias de formação de quadrilha, fraude em licitação, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foi também um dos denunciados pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Narcotráfico, do Senado, acusado de envolvimento no crime organizado, tráfico de drogas e corrupção ativa. O mesmo, Fran Júnior, já assumiu em declaração pública escrita que já falsificou documentos para prejudicar outro deputado estadual.
Não é novidade para ninguém que, hoje, o senador Randolfe é o político mais popular do Amapá, umas das principais lideranças do Congresso e reconhecido em todo o Brasil. Também não é novidade a atuação firme e inabalável de Randolfe desde os tempos em que enfrentava o crime organizado no Amapá como deputado estadual. Lá, ele esteve ao lado do Ministério Público Estadual contra estes que agora exibem dossiês falsos para incriminá-lo.
A denúncia dá conta de que Randolfe, quando atuava como deputado estadual, durante o mandato do então governador João Capiberibe, teria recebido um pagamento para garantir o voto de Randolfe em favor do governo na Assembleia. A “denúncia” de Fran é tão descabida que, no mesmo mês em que o acusam de receber o tal pagamento, sua atuação na oposição lhe rendeu a suspensão do pagamento de seu salário na Assembleia Legislativa. O então deputado Randolfe Rodrigues só obteve o direito de receber seu salário novamente após ação na justiça.
Randolfe, no entanto, não apenas não se abalou com a denúncia como se antecipou e pediu uma investigação total do “dossiê”. O Ministério Público do Amapá já lhe enviou resposta à representação protocolada em agosto de 2012. O MP considerou as denúncias improcedentes e investigará o autor delas por falsidade ideológica. Também o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, enviarão ao senador a microfilmagem de todos os cheques recebidos por ele, no período de seu mandato de deputado estadual. Randolfe também protocolou uma Notícia Crime, em setembro de 2012, no Ministério Público Federal. Nela ele pede que o MPF investigue o autor do recibo falsificado que consta do dossiê e que seja realizada uma perícia nos documentos. Na Polícia Federal, Randolfe solicitou a abertura de inquérito. O Senador também, por conta própria, contratou um profissional para periciar o documento.
Randolfe também já foi à PGR pedir para que o Procurador Geral da República investigue o dossiê e comprove a sua falsidade.
O dossiê falso do quadrilheiro Fran Júnior já havia surgido durante a eleição municipal de 2012, na tentativa de influenciar na campanha em Macapá. Felizmente, o resultado foi a eleição do nosso candidato do PSOL Clécio Luis, uma derrota para o crime organizado do Amapá. Nós do PSOL sabemos que combatemos interesses poderosos, e que não são poucos os que querem nos calar. Lamentavelmente, esta prática parece ter chegado ao Congresso Nacional, com o apoio do presidente do Senado, que se aproveita deste caso infame para promover sua vingança contra Randolfe, que o enfrentou de peito aberto na disputa pelo comando da Casa.
Assim como conhecemos agora o ficha suja Fran Júnior, sabemos ainda melhor quem é Renan Calheiros. Ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso, afastado da presidência do Senado em 2007 depois de comprovado que um lobista pagava as suas despesas pessoais, ele voltou para a presidência da Casa para garantir a “governabilidade”, tão cara a este Governo, capaz de tudo pelo apoio do PMDB. Não sem contestação, contudo. Uma petição na internet pela destituição de Renan do nobre cargo de presidente do Congresso já tem mais de 1,5 milhão de assinaturas de cidadãos indignados com o esfacelamento da reputação do Poder Legislativo brasileiro, cada veza mais distante do interesse público.
Nós do PSOL não vamos nos intimidar com mais esta tentativa de colocar nosso partido na vala comum dos “fichas-sujas”. Querem nos calar a todo custo, pois sabem que somos hoje o único partido do Brasil que defende a ética de maneira intransigente e que não é conivente com absolutamente nenhum desvio de conduta, mesmo que estes interesses poderosos nos ameacem com todo tipo de violência e arbitrariedade. Por isso nos temem. De nossa parte, não há o que temer quando se está do lado da justiça. Randolfe é um orgulho para o PSOL e o povo brasileiro. Estamos ao seu lado e ao lado da verdade.
Muito obrigado.
–
Gisele Barbieri
Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados,
Subimos a esta tribuna no dia de hoje para lamentar que o poder Legislativo Federal, que deveria defender a democracia, que deveria zelar pelos cidadãos e pelo interesse público, e que deveria servir de exemplo para o país, esteja sendo usado por aqueles que o utilizam apenas para seus fins mesquinhos e para atender aos interesses privados de seus aliados. Lamentamos ainda que o Governo Dilma seja cúmplice da desmoralização do parlamento brasileiro, ao impor este homem, Renan Calheiros, para dirigir o Senado Federal, um dos pilares da República.
Para ao mesmo tempo dar início a uma vendetta pessoal e também para colocar o Congresso à serviço da disputa de poder no Estado do Amapá, o senador Renan Calheiros, mais uma vez, abusou do poder que lhe foi outorgado quando eleito presidente do Senado e encaminhou uma petição contra o senador Randolfe Rodrigues para a Procuradoria-Geral da República a partir de uma denúncia falsa propagandeada por um notório quadrilheiro e ficha-suja do Estado do Amapá, condenado por improbidade administrativa e indiciado pela CPI do narcotráfico.
Trata-se do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá Fran Júnior, atual chefe de gabinete do deputado estadual do Amapá, Moisés Souza, também ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, afastado em 2012 por denúncias de formação de quadrilha, fraude em licitação, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foi também um dos denunciados pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Narcotráfico, do Senado, acusado de envolvimento no crime organizado, tráfico de drogas e corrupção ativa. O mesmo, Fran Júnior, já assumiu em declaração pública escrita que já falsificou documentos para prejudicar outro deputado estadual.
Não é novidade para ninguém que, hoje, o senador Randolfe é o político mais popular do Amapá, umas das principais lideranças do Congresso e reconhecido em todo o Brasil. Também não é novidade a atuação firme e inabalável de Randolfe desde os tempos em que enfrentava o crime organizado no Amapá como deputado estadual. Lá, ele esteve ao lado do Ministério Público Estadual contra estes que agora exibem dossiês falsos para incriminá-lo.
A denúncia dá conta de que Randolfe, quando atuava como deputado estadual, durante o mandato do então governador João Capiberibe, teria recebido um pagamento para garantir o voto de Randolfe em favor do governo na Assembleia. A “denúncia” de Fran é tão descabida que, no mesmo mês em que o acusam de receber o tal pagamento, sua atuação na oposição lhe rendeu a suspensão do pagamento de seu salário na Assembleia Legislativa. O então deputado Randolfe Rodrigues só obteve o direito de receber seu salário novamente após ação na justiça.
Randolfe, no entanto, não apenas não se abalou com a denúncia como se antecipou e pediu uma investigação total do “dossiê”. O Ministério Público do Amapá já lhe enviou resposta à representação protocolada em agosto de 2012. O MP considerou as denúncias improcedentes e investigará o autor delas por falsidade ideológica. Também o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, enviarão ao senador a microfilmagem de todos os cheques recebidos por ele, no período de seu mandato de deputado estadual. Randolfe também protocolou uma Notícia Crime, em setembro de 2012, no Ministério Público Federal. Nela ele pede que o MPF investigue o autor do recibo falsificado que consta do dossiê e que seja realizada uma perícia nos documentos. Na Polícia Federal, Randolfe solicitou a abertura de inquérito. O Senador também, por conta própria, contratou um profissional para periciar o documento.
Randolfe também já foi à PGR pedir para que o Procurador Geral da República investigue o dossiê e comprove a sua falsidade.
O dossiê falso do quadrilheiro Fran Júnior já havia surgido durante a eleição municipal de 2012, na tentativa de influenciar na campanha em Macapá. Felizmente, o resultado foi a eleição do nosso candidato do PSOL Clécio Luis, uma derrota para o crime organizado do Amapá. Nós do PSOL sabemos que combatemos interesses poderosos, e que não são poucos os que querem nos calar. Lamentavelmente, esta prática parece ter chegado ao Congresso Nacional, com o apoio do presidente do Senado, que se aproveita deste caso infame para promover sua vingança contra Randolfe, que o enfrentou de peito aberto na disputa pelo comando da Casa.
Assim como conhecemos agora o ficha suja Fran Júnior, sabemos ainda melhor quem é Renan Calheiros. Ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso, afastado da presidência do Senado em 2007 depois de comprovado que um lobista pagava as suas despesas pessoais, ele voltou para a presidência da Casa para garantir a “governabilidade”, tão cara a este Governo, capaz de tudo pelo apoio do PMDB. Não sem contestação, contudo. Uma petição na internet pela destituição de Renan do nobre cargo de presidente do Congresso já tem mais de 1,5 milhão de assinaturas de cidadãos indignados com o esfacelamento da reputação do Poder Legislativo brasileiro, cada veza mais distante do interesse público.
Nós do PSOL não vamos nos intimidar com mais esta tentativa de colocar nosso partido na vala comum dos “fichas-sujas”. Querem nos calar a todo custo, pois sabem que somos hoje o único partido do Brasil que defende a ética de maneira intransigente e que não é conivente com absolutamente nenhum desvio de conduta, mesmo que estes interesses poderosos nos ameacem com todo tipo de violência e arbitrariedade. Por isso nos temem. De nossa parte, não há o que temer quando se está do lado da justiça. Randolfe é um orgulho para o PSOL e o povo brasileiro. Estamos ao seu lado e ao lado da verdade.
Muito obrigado.
–
Gisele Barbieri
quarta-feira, 20 de março de 2013
CONTROLE: VIATURAS DA SEGURANÇA PÚBLICA SERÃO MONITORADAS VIA GPS
Com a
finalidade de otimizar a utilização da frota de viaturas do Estado, o Governo
do Amapá, através da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (SEJUSP),
trabalha a implantação de um sistema de monitoramento e rastreamento de
viaturas. O recurso atuará no controle total da frota de veículos policiais,
via GPRS/GPS.
Na tarde
desta segunda-feira, 18, representantes de uma empresa detentora do sistema no
Amapá, explanaram acerca do funcionamento do mecanismo, que utiliza a mais alta
tecnologia disponibilizando informações precisas sobre a utilização de
determinada frota, gerando maior confiabilidade e economia operacional.
No Centro
Integrado de Operações de Defesa Social (CIODES), representantes do Corpo de
Bombeiros, Polícia Militar, Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN),
Polícia Técnico-Científica (POLITEC), além do coordenador do CIODES, Coronel
Ubiratan Pessoa, e do Secretário de Justiça e Segurança Pública, Marcos Roberto
Marques, assistiram à apresentação do funcionamento do sistema, e tiraram
dúvidas sobre a segurança, histórico e utilização do moderno mecanismo de
monitoramento de veículos.
Inicialmente,
o recurso deverá ser implantado em Macapá e Santana, sendo estendido
gradativamente aos demais municípios do Estado. Valores, período de adesão e
data da instalação do produto ainda estão em discussão. Um levantamento de
todos os veículos da Segurança Pública, incluindo carros, motos e vans, está
sendo feito pelos órgãos vinculados.
“Trata-se
de um investimento. O valor que pagaremos por esse sistema será devolvido em
forma de economia, principalmente de combustível, para o Estado”, contabilizou
o secretário Marcos Roberto.
Além da
economia, o sistema terá efeito positivo também na distribuição de viaturas
durante as chamadas para ocorrências policiais, melhorando significativamente o
tempo de atendimento a determinado evento.
Rastreamento
online
Há mais
de três anos no mercado, o sistema monitora via GPS o percurso, parada e
velocidade do veículo rastreado. Através de um pequeno mecanismo instalado no
carro ou moto, é possível saber com precisão cada quilômetro percorrido.
À prova
de fraude, o mecanismo também armazena por até 24 meses todas as informações
acerca de determinado veículo, além de registrar e guardar por até 24 horas o
histórico percorrido pelo veículo monitorado, quando este se afasta do local de
cobertura.
O sistema
auxiliará na economia de combustível e peças, e ainda, na prevenção, apuração
de fatos e como prova pericial, já que é homologado pela Agência nacional de
Telecomunicação (ANATEL).
TRIO FOGE DO CESEIN
Foi por volta das 03h00min
da tarde de terça-feira (19), que fugiram mais três internos do CESEIN. Segundo
a polícia, um deles foi o “Baruque” (17), que havia sido apreendido na
segunda-feira (18) juntamente com o “Bebê” e o “Danzinho”, quando eles foram
flagrados o interior de um dos apartamentos o conjunto Mucajá, onde com um
deles, os policiais apreenderam um revólver cal. 32, com 6 balas, além de 16
pedras de crack.
Segundo um dos educadores do
CESEIN, o trio fugiu após cerrar das grades da cela onde estavam guardados.
Batalha por um FPE justo para o Amapá:
Senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e João Capiberibe (PSB-AP) com o prefeito de Macapá, Clécio Luis (PSOL) , em reunião dos prefeitos das capitais sobre o Pacto Federativo, nesta quarta-feira (20), em Brasília.
Na sessão plenária desta terça-feira (19), Randolfe e Capiberibe foram
incansáveis na batalha para adiar a votação do substitutivo sobre o FPE,
de autoria do senador Walter Pinheiro.
O texto foi finalizado minutos antes de ser votado em Plenário, e para
os dois senadores amapaenses, era preciso mais tempo para o debate, e
principalmente, para garantir que o estado do Amapá e os outros estados
da Amazônia não fossem prejudicados.
“Nós não tivemos,
concretamente, o tempo hábil para o debate sobre esse substitutivo e
sobre os cálculos finais dele, que, em especial, pelo que está aqui
apresentado, se reveste de um prejuízo, notadamente, para os Estados da
Amazônia. O princípio do FPE é garantir o equilíbrio socioeconômico dos
entes federados. Não podemos aprovar um texto que contrarie esse
princípio", argumentou Randolfe.
A batalha dos Senadores foi
vitoriosa. A votação foi adiada para a próxima semana. Ainda hoje,
Randolfe e Capiberibe reúnem com o senador Walter Pinheiro, e continuam a
luta por um FPE justo para o estado do Amapá.
Senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e João Capiberibe (PSB-AP) com o prefeito de Macapá, Clécio Luis (PSOL) , em reunião dos prefeitos das capitais sobre o Pacto Federativo, nesta quarta-feira (20), em Brasília.
Na sessão plenária desta terça-feira (19), Randolfe e Capiberibe foram incansáveis na batalha para adiar a votação do substitutivo sobre o FPE, de autoria do senador Walter Pinheiro.
O texto foi finalizado minutos antes de ser votado em Plenário, e para os dois senadores amapaenses, era preciso mais tempo para o debate, e principalmente, para garantir que o estado do Amapá e os outros estados da Amazônia não fossem prejudicados.
“Nós não tivemos, concretamente, o tempo hábil para o debate sobre esse substitutivo e sobre os cálculos finais dele, que, em especial, pelo que está aqui apresentado, se reveste de um prejuízo, notadamente, para os Estados da Amazônia. O princípio do FPE é garantir o equilíbrio socioeconômico dos entes federados. Não podemos aprovar um texto que contrarie esse princípio", argumentou Randolfe.
A batalha dos Senadores foi vitoriosa. A votação foi adiada para a próxima semana. Ainda hoje, Randolfe e Capiberibe reúnem com o senador Walter Pinheiro, e continuam a luta por um FPE justo para o estado do Amapá.
Na sessão plenária desta terça-feira (19), Randolfe e Capiberibe foram incansáveis na batalha para adiar a votação do substitutivo sobre o FPE, de autoria do senador Walter Pinheiro.
O texto foi finalizado minutos antes de ser votado em Plenário, e para os dois senadores amapaenses, era preciso mais tempo para o debate, e principalmente, para garantir que o estado do Amapá e os outros estados da Amazônia não fossem prejudicados.
“Nós não tivemos, concretamente, o tempo hábil para o debate sobre esse substitutivo e sobre os cálculos finais dele, que, em especial, pelo que está aqui apresentado, se reveste de um prejuízo, notadamente, para os Estados da Amazônia. O princípio do FPE é garantir o equilíbrio socioeconômico dos entes federados. Não podemos aprovar um texto que contrarie esse princípio", argumentou Randolfe.
A batalha dos Senadores foi vitoriosa. A votação foi adiada para a próxima semana. Ainda hoje, Randolfe e Capiberibe reúnem com o senador Walter Pinheiro, e continuam a luta por um FPE justo para o estado do Amapá.
TRIO ASSALTA RESIDÊNCIA NO PERPÉTUO SOCORRO
Três elementos armados com
facas, por volta das 05h40min da madrugada de ontem (19), conseguiram entrar em
uma casa que fica na Rua Acésio Guedes, no Perpetuo Socorro e pertence a um
micro empresário, renderam o mesmo e a família dele e, e roubaram cerca de 5
mil reais, 1 computador e 1 celular, mas ante de fugirem, deixaram todos
trancados em um dos quartos da casa.
Uma guarnição da PM do 6º
Batalhão chegou a ser acionada pelo CIODES, porém, ninguém foi preso acusado
desse assalto.
Lucas Barreto – Nota em apoio a Randolfe
Tenho acompanhado com surpresa as acusações feitas contra o Senador
Randolfe Rodrigues ( PSOL-AP), que lhe atribuem a participação em suposto ilícito que teria resultado em votações favoráveis ao então governo do Sr. João Alberto Capiberibe, no ano de 1999.
Lembro que fui parlamentar na mesma época, não sendo segredo que sempre mantive a postura de oposição àquele governo, que reputo como um dos piores que o Amapá já teve.
Afirmo que o motivo da minha surpresa e preocupação não é com a pessoa que promoveu a denúncia, que, aliás, pelo que tomei conhecimento, ao mesmo tempo em que alardeia um grande esquema, também nele se inclui, autoacusação que não me cabe questionar, pelo que penso deva saber o que está fazendo, pelo menos em relação a ele.
Digo, entretanto, que convivendo como Senador Randolfe Rodrigues desde aquele tempo, sempre o tive como uma pessoa íntegra, que exercia de forma escorreita o mandato que lhe havia sido confiado, certeza que ainda tenho nos dias de hoje.
Assim, muito embora estejamos em partidos distintos, tenho por ele grande respeito e acredito na retidão do seu caráter, porque sei da maneira intransigente com a qual defende os interesses daqueles que representa. Trata-se de um homem e político de grande valor e que muito tem orgulhado o Amapá.
Por isso, prestar esse testemunho, para mimé muito mais que um dever, é uma obrigação de quem com ele conviveu e pode afirmar, sem qualquer dúvida, que não é merecedor das agressões vis das quais é vítima.
Lucas Barreto
Lembro que fui parlamentar na mesma época, não sendo segredo que sempre mantive a postura de oposição àquele governo, que reputo como um dos piores que o Amapá já teve.
Afirmo que o motivo da minha surpresa e preocupação não é com a pessoa que promoveu a denúncia, que, aliás, pelo que tomei conhecimento, ao mesmo tempo em que alardeia um grande esquema, também nele se inclui, autoacusação que não me cabe questionar, pelo que penso deva saber o que está fazendo, pelo menos em relação a ele.
Digo, entretanto, que convivendo como Senador Randolfe Rodrigues desde aquele tempo, sempre o tive como uma pessoa íntegra, que exercia de forma escorreita o mandato que lhe havia sido confiado, certeza que ainda tenho nos dias de hoje.
Assim, muito embora estejamos em partidos distintos, tenho por ele grande respeito e acredito na retidão do seu caráter, porque sei da maneira intransigente com a qual defende os interesses daqueles que representa. Trata-se de um homem e político de grande valor e que muito tem orgulhado o Amapá.
Por isso, prestar esse testemunho, para mimé muito mais que um dever, é uma obrigação de quem com ele conviveu e pode afirmar, sem qualquer dúvida, que não é merecedor das agressões vis das quais é vítima.
Lucas Barreto
Sobre armações contra senadores do Amapá: Capiberibe e Randolfe tem o apoio de senadores
Saiba o que disseram os senadores sobre as armações políticas dos que
tentam retomar o poder a qualquer custo, no Estado do Amapá.
Em apartes ao senador João Capiberibe (PSB/AP) nesta terça-feira, 19, parlamentares se pronunciaram sobre as acusações criminosas (suposto ‘dossiê’), inexplicavelmente encaminhadas pela presidência do Senado Federal à Procuradoria Geral da República (PGR).
Senador Jorge Viana (PT/AC)
“Conheço bem a luta dos senhores, de Vossas Excelências no Amapá. Conheço bem as vitórias que lá não bastam nas urnas, têm que ser nos tribunais, têm que ser na opinião pública, têm que ser no pós-eleitoral e fiquei estarrecido de ver que, mais uma vez, se levanta contra Vossa Excelência, senador Capi, um esquema no sentido de tentar atingir aquilo que Vossa Excelência tem como poucos homens públicos neste País: a dignidade e princípios éticos”.
Paulo Paim (PT/RS) – (Presidente da Sessão)
“Senador Capiberibe, só para dizer que vou lhe dar o tempo necessário e que as palavras do senador Jorge Viana sejam também a fala deste presidente”.
Rodrigo Rollemberg (PSB/DF)
“Senador Capiberibe, Senador Randolfe, eu quero lhes dizer que Vossas Excelências não precisariam nem perder tempo trazendo explicações sobre essas mentiras que estão sendo reproduzidas em alguns veículos de comunicação. O Senado Federal e o Brasil conhecem Vossas Excelências, têm acompanhado a trajetória de Vossas Excelências e sabem que, entre os políticos das últimas gerações, foi o político mais injustiçado deste país. Um homem íntegro, correto, honesto, que fez um grande governo, que iniciou um processo histórico de transparência nas contas públicas e teve o seu mandato cassado porque teve a coragem de enfrentar o crime organizado em seu Estado”.

Lídice da Mata (PSB/BA)
“Senador Capiberibe, para me colocar ao lado de Vossa Excelência e do senador Randolfe em mais essa batalha. Aliás, eu tive a oportunidade de ir ao Amapá diversas vezes durante o seu governo, acompanhar sua luta, sua resistência, resistência ao crime organizado naquele Estado, resistência às práticas de corrupção. E não à toa, hoje, nós vemos a reviravolta que está sendo feita na política do Amapá, porque o povo não concorda com a prática dessa gente.
Vossa Excelência nunca deixou de ter a Bahia, tanto o seu partido na Bahia, como diversos outros partidos progressistas, ao seu lado, quando, por diversas vezes, estivemos a denunciar as perseguições vividas por Vossa Excelência naquele Estado e a firmeza de posições políticas e ideológicas com que sempre as enfrentou. E, agora, a tentativa de colocar nesse mesmo barco de nódoa, de práticas corruptas, Vossa Excelência e o Senador Randolfe, poderia até ser engraçada, não fosse a tragédia que atinge o povo do Amapá com a presença na política dessas figuras. Muito obrigada”.
Antonio Carlos Valadares (PSB/SE)
“Senador Capiberibe, senador Randolfe Rodrigues, quero crer que essa campanha difamatória é uma arma utilizada pelos seus adversários na tentativa de contê-los na luta que, juntos, Vossas Excelências empreendem para alterar os mecanismos de corrupção, de violência e de ameaças utilizados por aqueles que os acusam através de notas inseridas nas redes sociais, falsificadas, conforme comprova nota divulgada pelo senador Randolfe Rodrigues. Vossa Excelência, não é de agora, senador Capiberibe, vem sofrendo em consequência dessa luta. Não desista, nem tampouco Randolfe Rodrigues, porque é uma luta sã, é uma luta que conta com a sociedade do Amapá e com o beneplácito de todos os senadores que honram esta Casa. Por isso, a minha solidariedade e o acompanhamento diário desse assunto, porque, se for necessário, estaremos lá instalando uma comissão de senadores para averiguar pessoalmente essas perseguições e essas ameaças de que são vítimas Vossas Excelências”.
Paulo Davim (PV/RN)
“Senador Capiberibe, senador Randolfe, eu não poderia deixar, neste momento, de levar a minha palavra de solidariedade aos dois companheiros, aos dois colegas senadores. Vossa Excelência tem uma história que o Brasil inteiro conhece, nós conhecemos sua conduta, o seu caráter, o seu compromisso com a democracia, fez parte do momento histórico deste País; portanto, o Brasil inteiro conhece sobejamente as suas ações e o seu caráter. Da mesma forma que a história do senador Randolfe também todos nós conhecemos. Assim, eu levo aqui a minha palavra e refuto peremptoriamente qualquer leviandade que estejam levantando contra dois senadores que são exemplos nesta Casa”.
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP)
“Meu caro senador Capiberibe, quando eu tive conhecimento das torpezas espalhadas contra Vossa Excelência e contra o senador Randolfe Rodrigues, eu me lembrei de muitos anos atrás, quando Vossa Excelência foi governador outra vez, e eu trabalhava com o Presidente Fernando Henrique na Secretaria Geral da Presidência da República. Mesmo esquema. Eu sei da luta que Vossa Excelência travou para quebrar um grupo poderoso, um grupo em que se misturavam interesses políticos com crimes; eu sei da coragem com que Vossa Excelência enfrentou; e agora voltaram à carga. Vossa Excelência pode ficar absolutamente tranquilo, todos nós sabemos que Vossa Excelência é rigorosamente um homem de bem, assim como essa jovem revelação – para nós – da política brasileira que é o nosso querido amigo e companheiro Randolfe Rodrigues. Tenha Vossa Excelência e também o senador Randolfe Rodrigues a minha total, integral solidariedade para o que der e vier.
Jarbas Vasconcelos (PMDB/PE)
“Senhor presidente, eu queria me incorporar ao pronunciamento do senador Randolfe. Primeiro, para estranhar essa agilidade, essa rapidez com que agiu a Presidência contra os dois senadores do Amapá; e dizer que isso, obrigatoriamente, a partir de agora, tem que se tornar uma rotina da Mesa. Eu confio muito em Vossa Excelência como 1º Vice-Presidente. Que qualquer denúncia a chegar aqui, agora, seja de imediato, dentro de 24 horas, encaminhada ao Supremo, à Polícia Federal, a quem quer que seja, para que sejam adotadas as providências. Aí, sim, realmente, isso passa a ser uma coisa inusitada. Isso é uma mudança; ou seja, o que o Presidente fez com relação aos dois Senadores é uma mudança de comportamento. E vamos ver se essa mudança perdura ou se essa mudança foi apenas e tão somente com relação aos dois senadores”
Ângela Portela (PT/RR)
“Também quero demonstrar a minha solidariedade aos dois senadores do Amapá, Randolfe e João Capiberibe, dois grandes senadores que muito honram o povo do Amapá e o povo brasileiro. Saibam, queridos senadores, que aqui há um reconhecimento do sério trabalho, da conduta digna de cada um de vocês. Então, quero aqui registrar a nossa solidariedade, o nosso carinho e o nosso respeito à conduta de vocês como Senadores da República do nosso País”.
Ana Amélia (PP/RS)
“Eu estava fora do plenário, mas queria me associar às manifestações do senador Jarbas Vasconcellos, do senador Aloysio Nunes Ferreira e de outros que fizeram uma manifestação de apoio e solidariedade ao senador Randolfe Rodrigues e ao senador Capiberibe. Também, na mesma linha dos senadores que me antecederam, quero dizer que essa providência tem que ser uma providência rotineira e de tratamento igual para todos nesta Casa. A providência – me refiro – tomada pelo Presidente, de encaminhar ao foro competente as denúncias recebidas contra os parlamentares. Mas hipotecar os dois Senadores a minha total solidariedade porque a questão político-eleitoral, a disputa não pode pressupor o enxovalhamento da moral e do patrimônio pessoal de cada parlamentar”.
Pedro Taques (PDT/MT)
“Apenas para me associar também ao que disse a senadora Ana Amélia, emprestar ao senador Randolfe Rodrigues e ao senador Capi, falando carinhosamente, diante dessas denúncias. Quero dizer que “pau que bate em Chico também bate em Francisco”, que essa providência do Presidente do Senado seja em relação a todos os casos, que nós possamos ser useiros e vezeiros, termos isso como uma rotina nesta Casa. Assim, quero cumprimentar o Presidente e dizer que a rotina é o melhor caminho. Processo, sistema”.
—
Do Blog do Nezimar Borges
Em apartes ao senador João Capiberibe (PSB/AP) nesta terça-feira, 19, parlamentares se pronunciaram sobre as acusações criminosas (suposto ‘dossiê’), inexplicavelmente encaminhadas pela presidência do Senado Federal à Procuradoria Geral da República (PGR).
Senador Jorge Viana (PT/AC)
“Conheço bem a luta dos senhores, de Vossas Excelências no Amapá. Conheço bem as vitórias que lá não bastam nas urnas, têm que ser nos tribunais, têm que ser na opinião pública, têm que ser no pós-eleitoral e fiquei estarrecido de ver que, mais uma vez, se levanta contra Vossa Excelência, senador Capi, um esquema no sentido de tentar atingir aquilo que Vossa Excelência tem como poucos homens públicos neste País: a dignidade e princípios éticos”.
Paulo Paim (PT/RS) – (Presidente da Sessão)
“Senador Capiberibe, só para dizer que vou lhe dar o tempo necessário e que as palavras do senador Jorge Viana sejam também a fala deste presidente”.
Rodrigo Rollemberg (PSB/DF)
“Senador Capiberibe, Senador Randolfe, eu quero lhes dizer que Vossas Excelências não precisariam nem perder tempo trazendo explicações sobre essas mentiras que estão sendo reproduzidas em alguns veículos de comunicação. O Senado Federal e o Brasil conhecem Vossas Excelências, têm acompanhado a trajetória de Vossas Excelências e sabem que, entre os políticos das últimas gerações, foi o político mais injustiçado deste país. Um homem íntegro, correto, honesto, que fez um grande governo, que iniciou um processo histórico de transparência nas contas públicas e teve o seu mandato cassado porque teve a coragem de enfrentar o crime organizado em seu Estado”.
Lídice da Mata (PSB/BA)
“Senador Capiberibe, para me colocar ao lado de Vossa Excelência e do senador Randolfe em mais essa batalha. Aliás, eu tive a oportunidade de ir ao Amapá diversas vezes durante o seu governo, acompanhar sua luta, sua resistência, resistência ao crime organizado naquele Estado, resistência às práticas de corrupção. E não à toa, hoje, nós vemos a reviravolta que está sendo feita na política do Amapá, porque o povo não concorda com a prática dessa gente.
Vossa Excelência nunca deixou de ter a Bahia, tanto o seu partido na Bahia, como diversos outros partidos progressistas, ao seu lado, quando, por diversas vezes, estivemos a denunciar as perseguições vividas por Vossa Excelência naquele Estado e a firmeza de posições políticas e ideológicas com que sempre as enfrentou. E, agora, a tentativa de colocar nesse mesmo barco de nódoa, de práticas corruptas, Vossa Excelência e o Senador Randolfe, poderia até ser engraçada, não fosse a tragédia que atinge o povo do Amapá com a presença na política dessas figuras. Muito obrigada”.
Antonio Carlos Valadares (PSB/SE)
“Senador Capiberibe, senador Randolfe Rodrigues, quero crer que essa campanha difamatória é uma arma utilizada pelos seus adversários na tentativa de contê-los na luta que, juntos, Vossas Excelências empreendem para alterar os mecanismos de corrupção, de violência e de ameaças utilizados por aqueles que os acusam através de notas inseridas nas redes sociais, falsificadas, conforme comprova nota divulgada pelo senador Randolfe Rodrigues. Vossa Excelência, não é de agora, senador Capiberibe, vem sofrendo em consequência dessa luta. Não desista, nem tampouco Randolfe Rodrigues, porque é uma luta sã, é uma luta que conta com a sociedade do Amapá e com o beneplácito de todos os senadores que honram esta Casa. Por isso, a minha solidariedade e o acompanhamento diário desse assunto, porque, se for necessário, estaremos lá instalando uma comissão de senadores para averiguar pessoalmente essas perseguições e essas ameaças de que são vítimas Vossas Excelências”.
Paulo Davim (PV/RN)
“Senador Capiberibe, senador Randolfe, eu não poderia deixar, neste momento, de levar a minha palavra de solidariedade aos dois companheiros, aos dois colegas senadores. Vossa Excelência tem uma história que o Brasil inteiro conhece, nós conhecemos sua conduta, o seu caráter, o seu compromisso com a democracia, fez parte do momento histórico deste País; portanto, o Brasil inteiro conhece sobejamente as suas ações e o seu caráter. Da mesma forma que a história do senador Randolfe também todos nós conhecemos. Assim, eu levo aqui a minha palavra e refuto peremptoriamente qualquer leviandade que estejam levantando contra dois senadores que são exemplos nesta Casa”.
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP)
“Meu caro senador Capiberibe, quando eu tive conhecimento das torpezas espalhadas contra Vossa Excelência e contra o senador Randolfe Rodrigues, eu me lembrei de muitos anos atrás, quando Vossa Excelência foi governador outra vez, e eu trabalhava com o Presidente Fernando Henrique na Secretaria Geral da Presidência da República. Mesmo esquema. Eu sei da luta que Vossa Excelência travou para quebrar um grupo poderoso, um grupo em que se misturavam interesses políticos com crimes; eu sei da coragem com que Vossa Excelência enfrentou; e agora voltaram à carga. Vossa Excelência pode ficar absolutamente tranquilo, todos nós sabemos que Vossa Excelência é rigorosamente um homem de bem, assim como essa jovem revelação – para nós – da política brasileira que é o nosso querido amigo e companheiro Randolfe Rodrigues. Tenha Vossa Excelência e também o senador Randolfe Rodrigues a minha total, integral solidariedade para o que der e vier.
Jarbas Vasconcelos (PMDB/PE)
“Senhor presidente, eu queria me incorporar ao pronunciamento do senador Randolfe. Primeiro, para estranhar essa agilidade, essa rapidez com que agiu a Presidência contra os dois senadores do Amapá; e dizer que isso, obrigatoriamente, a partir de agora, tem que se tornar uma rotina da Mesa. Eu confio muito em Vossa Excelência como 1º Vice-Presidente. Que qualquer denúncia a chegar aqui, agora, seja de imediato, dentro de 24 horas, encaminhada ao Supremo, à Polícia Federal, a quem quer que seja, para que sejam adotadas as providências. Aí, sim, realmente, isso passa a ser uma coisa inusitada. Isso é uma mudança; ou seja, o que o Presidente fez com relação aos dois Senadores é uma mudança de comportamento. E vamos ver se essa mudança perdura ou se essa mudança foi apenas e tão somente com relação aos dois senadores”
Ângela Portela (PT/RR)
“Também quero demonstrar a minha solidariedade aos dois senadores do Amapá, Randolfe e João Capiberibe, dois grandes senadores que muito honram o povo do Amapá e o povo brasileiro. Saibam, queridos senadores, que aqui há um reconhecimento do sério trabalho, da conduta digna de cada um de vocês. Então, quero aqui registrar a nossa solidariedade, o nosso carinho e o nosso respeito à conduta de vocês como Senadores da República do nosso País”.
Ana Amélia (PP/RS)
“Eu estava fora do plenário, mas queria me associar às manifestações do senador Jarbas Vasconcellos, do senador Aloysio Nunes Ferreira e de outros que fizeram uma manifestação de apoio e solidariedade ao senador Randolfe Rodrigues e ao senador Capiberibe. Também, na mesma linha dos senadores que me antecederam, quero dizer que essa providência tem que ser uma providência rotineira e de tratamento igual para todos nesta Casa. A providência – me refiro – tomada pelo Presidente, de encaminhar ao foro competente as denúncias recebidas contra os parlamentares. Mas hipotecar os dois Senadores a minha total solidariedade porque a questão político-eleitoral, a disputa não pode pressupor o enxovalhamento da moral e do patrimônio pessoal de cada parlamentar”.
Pedro Taques (PDT/MT)
“Apenas para me associar também ao que disse a senadora Ana Amélia, emprestar ao senador Randolfe Rodrigues e ao senador Capi, falando carinhosamente, diante dessas denúncias. Quero dizer que “pau que bate em Chico também bate em Francisco”, que essa providência do Presidente do Senado seja em relação a todos os casos, que nós possamos ser useiros e vezeiros, termos isso como uma rotina nesta Casa. Assim, quero cumprimentar o Presidente e dizer que a rotina é o melhor caminho. Processo, sistema”.
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