Na tarde de 04 de Setembro Alexandro Colares Diretor do Departamento LGBT do Município de Macapá se reuniu com os demais Gestores e Gestoras de todo o Brasil em São Paulo, no Shopping lahti para se conhecerem e ja elegerem os Diretores das regioes do Brasil , onde ele foi eleito para o cargo de Diretor Adjunto da regiao Norte e como Diretora Titular Bruna Lorrane do Pará.
Na mesma noite foi feita a abertura do evento na secretaria de direitos humanos do estado no dia 05/09 os gestores e gestoras se reuniram no Auditorio do hotel BASTON para todos se conhecerem e trocarem suas experiencias de municipio para municipio e estados.
Ja no dia 06 foi realizados os grupos de trabalhos onde foram MIDIA,COMUNICAÇAO.,TRANSSEXUALIDADE E ASSISTENCIA SOCIAL grupo este que Alexandro participou,logo foi esplanadoas as reividicaçoes e dadas as providencias. Assim terminamos o encontro de 3 dias.
Visitantes
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
PROFESSOR É INDICIADO NA DCCM, INCURSO NA LEI MARIA DA PENHA
O professor e agente de polícia do Rio de Janeiro LUIZ FÁBIO PEREIRA DOS SANTOS (38), que reside há mais de três anos em nosso Estado, foi preso na madrugada deste domingo por uma Guarnição da PM, comandada pelo Ten. Alexsander, logo após, ter sido denunciado pela esposa dele que está grávida, onde ela afirma que o Luiz estava lhe ameaçando de morte com uma pistola cal. 940, pertencente a Polícia Civil do Rio de Janeiro. Acontece que quando o tenente chegou a casa do casal, foi desacatado pelo acusado, mesmo assim recebeu voz de prisão e foi encaminhado a DCCM, onde foi flagranciado, pagou fiança e vai responder o processo em liberdade.
F.J.B.N
F.J.B.N
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
HOMEM QUE MATOU A COMPANHEIRA E O ENTEADO É PRESO NO PARÁ
Uma equipe da polícia civil de Macapá, composta pelo delegado Francisco Roberto e os agentes Sena e Raquel, prendeu por volta das 11h00minda manhã desta terça-feira (3), na Cidade de Castanhal/PA, o cantor de brega JOMAR NASCIMENTO(nome artístico), vulgo “Cabeludo”, nome verdadeiro é JOSÉ RIBAMAR DO NASCIMENTO, que na noite do dia 21 de julho deste ano, matou a facadas a companheira dele MARIA DOMINGAS MELO MARQUES (40) e o filho dela DANILO MARQUES (15), crime praticado na casa das vítimas, no Distrito do Coração.
Segundo a polícia, o crime teria sido praticado pelo acusado, em face da Maria Domingas, não aceitar mais o relacionamento com ele. O certo é que, após o crime, ele fugiu. Os corpos das vítimas foram encontrados três dias após o crime pois, ele trancou a casa e levou a chave.
Cabeludo acompanhado de policiais, chegarão na sexta-feira (6) em Macapá, indo direto pro IAPEN.
Fonte J.B.N
ESTATÍSTICA DAS MORTES VIOLENTAS DE 01.01 a 05.09.2013
1º ARMA DE FOGO: com 79 homicídios (4 culposos)
46 em Macapá;
7 em Santana;
3 em Laranjal do Jari, 3 em Oiapoque;
2 em Porto Grande, 2 em Ferreira Gomes, 2 no Igarapé da Fortaleza (Santana), 2 no Distrito do Coração, 2 em Fazedinha,
1 no Distrito de Lourenço (Calçoene), 1 na Rodovia Duca Serra, 1 em Vitória do Jari, 1 em Serra do Navio, 1 em Cassiporé (Calçoene), 1 na Rodovia JK, 1 em Itaubal, 1 em Pedra Branca, 1 em Nova Colina (Porto Grande), 1 em Bailique.
76 do sexo masculino e 3 do sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado foram 80 homicídios, 53 em Macapá.
2º TRÂNSITO: com 78 óbitos
25 em Macapá;
15 na BR-156;
9 em Santana;
5 na Rodovia do Curiaú e 5 na Rodovia Duca Serra;
4 Rodovia JK, 4 na BR-210;
3 na Rodovia Alceu Paulo Ramos;
2 no Paredão (Ferreira Gomes);
1 em Ferreira Gomes, 1 em Porto Grande, 1 em Cedro (Amapá), 1 em Oiapoque, 1 na Perimetral Norte (Serra do Navio), 1 na Rodovia Salvador Diniz (Santana);
65 do sexo masculino e 13 do sexo feminino.
31 de moto, 25 de carro, 13 de bicicleta e 09 pedestres;
Obs.: No mesmo período do ano passado foram 80 óbitos, 23 em Macapá.
3º ARMA BRANCA com 69 homicídios;
25 em Macapá;
10 em Santana;
6 em Laranjal do Jari e 6 em Oiapoque;
3 em Lourenço (Calçoene), 3 no Distrito do Coração (MCP);
2 em Fazendinha, 2 na Ilha de Santana, 2 em Porto Grande;
1 em Calçoene, 1 no Paredão (Ferreira Gomes), 1 em Tartarugalzinho, 1 na Perimetral Norte (Porto Grande), 1 em Amapá, 1 em Mazagão, 1 na BR-210, 1 na Rodovia Duca Serra, 1 em Ipixuna Grande (Itaubal), 1 em Vitória do Jari;
61 do sexo masculino 8 do sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado foram 90 homicídios sendo 35 em Macapá.
4º AFOGAMENTO: 45 óbitos
8 em Santana;
4 em Macapá;
3 em Laranjal do Jari, 3 em Bailique, 3 em Porto Grande;
2 em Cutias do Araguari;
1 em Mazagão, 1 no Abacate da Pedreira, 1 em Amapá, 1 em Pracuuba, 1 em Oiapoque, 1 em Calçoene, 1 Maçaranduba (Tartarugalzinho), 1 no Curiaú Mirim, 1 na Tessalônica, 1 no Rio Macacoary, 1 no Igarapé da Fortaleza, 1 em Fazendinha, 1 na Rodovia Duca Serra, 1 no Torrão do Matapi, 1 em Ilha Bela/Oiapoque, 1 em Ferreira Gomes, 1 em Vitória do Jari, 1 em Cutias, 1 em Itaubal, 1 em Ferreira Gomes, 1 em Calçoene, 1 em Tartarugalzinho;
43 do sexo masculino e 2 do sexo feminino;
Obs.: No mesmo período do ano passado 52 óbitos, 12 em Macapá.
5º SUICÍDIO: com 34 casos
16 em Macapá;
3 em Santana;
2 em Vitória do Jari, 2 em Cutias, 2 em Porto Grande;
1 em Mazagão, 1 em Fazendinha, 1 em Mazagão Velho,1 em Ferreira Gomes, 1 em Amapá,1 na BR-210, 1 em Mazagão Velho, 1 em Oiapoque, 1 em Pedra Branca;
25 por enforcamento, 4 por envenenamento, 3 por arma de fogo, 2 por esfaqueamento.
29 do sexo masculino e 5 do sexo feminino;
Obs.: No mesmo período do ano passado foram 23 casos, 14 em Macapá.
6º PAULADA: 13 homicídios
11 em Macapá;
1 em Amapá e 1 a Rodovia JK;
12 do sexo masculino e 1 do sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado 9 casos, 5 em Macapá.
7º ASFIXIA: 09 óbitos ( 5 por homicídio e 4 por acidente doméstico)
6 em Macapá;
1em Pedra Branca, 1 em Calçoene, 1 em Amapá;
Todos do sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado 7 casos, 2 em Macapá.
8º CHOQUE ELÉTRICO: 08 óbitos
4 em Macapá;
1 em Itaubal, 1 em Curicaca, 1 em Tartarugalzinho, 1 na Rodovia Duca Serra;
8 do Sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado 6 casos, 3 em Macapá.
9º TRAUMATISMOS DIVERSOS: 11 óbitos
4 em Macapá;
2 em Santana, 2 em Porto Grande;
1 em Vitoria do Jari, 1 em Laranjal do Jari, 1 na Rodovia Duca Serra;
Todos do sexo masculino;
Obs.: No mesmo período do ano passado foram 20 óbitos com 09 em Macapá
10º AGRESSÃO FÍSICA: 06 óbitos
3 em Macapá;
1 em Vitória do Jari, 1 em Tartarugalzinho, 1 em Santana;
Os 5 do sexo masculino 1 do sexo feminino;
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhum caso.
11º FETO: 03 óbitos
2 em Macapá e 1 em Santana;
Obs.: No mesmo período do ano passado 02 caso, 1 em Mazagão e 1 em Santana.
12º QUEIMADURA: 01 óbito
1 em Macapá,
Sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhum caso.
13º PICADA DE COBRA: 01 óbito
01 em Macapá;
Sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhum caso.
14º RAIO: 01 óbito
1 em Ferreira Gomes;
Sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhum caso.
15º POR CAUSA DESCONHECIDA: 04 óbitos ( 1 por homicídio)
2 em Macapá;
1 em Porto Grande e 1 na BR-156;
No ano passado foram 7 por causas desconhecidas.
No ano passado 2 mortes por acidente aéreo, em Macapá, 1 masculino e 1 feminino.
1 morte por linha de rabiola (semi-degolado)
Macapá, 06 de Setembro de 2013.
alexandroccolares@yahoo.com.br
Fonte B.J.B.N
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Randolfe exige debate sobre revisão da Lei de Anistia
Da Agência Senado: O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), em
pronunciamento nesta quarta-feira (28), classificou como necessário um
debate sobre a revisão da Lei de Anistia. Ele considera a norma (Lei 6.683/79) uma imposição do regime militar (1964-1985) destinada a dar liberdade a quem “oprimiu, torturou e matou”
- Ao contrário de leis de anistia de outros países que passaram por
Estados de exceção, nossa lei não foi resultado de um processo de
conciliação nacional. Foi claramente o resultado de uma imposição do
mais forte sobre as oposições e sobre as minorias – opinou.
A Lei de Anistia, afirmou Randolfe, não derivou de um consenso da sociedade e, pouco depois de sancionada, tornou-se alvo de questionamentos de juristas quanto à sua legalidade e legitimidade. O senador citou o parecer do criminalista Nilo Batista, que argumentou que mesmo a ordem constitucional do regime de exceção não previa que o Estado praticasse tortura e terrorismo contra seus cidadãos.
O parlamentar convidou as Forças Armadas a dar sua contribuição à consciência nacional para que o Brasil supere o “fantasma” dos crimes da ditadura e consolide sua transição democrática. Para ele, não é justo responsabilizar somente os militares por um golpe de Estado de natureza civil-militar promovido pelas elites brasileiras.
- Não há necessidade de temor nenhum, especialmente por parte das classes armadas brasileiras, quanto à revisão da Lei de Anistia. O que aconteceu no passado não é de responsabilidade da atual geração – ponderou.
Randolfe salientou que o trabalho da Comissão Nacional da Verdade não deve se limitar à reconstituição histórica, mas fortalecer o entendimento de que o ordenamento jurídico brasileiro não pode acolher uma lei que anistiou torturadores de “patriotas”.
F.B.R.R
A Lei de Anistia, afirmou Randolfe, não derivou de um consenso da sociedade e, pouco depois de sancionada, tornou-se alvo de questionamentos de juristas quanto à sua legalidade e legitimidade. O senador citou o parecer do criminalista Nilo Batista, que argumentou que mesmo a ordem constitucional do regime de exceção não previa que o Estado praticasse tortura e terrorismo contra seus cidadãos.
O parlamentar convidou as Forças Armadas a dar sua contribuição à consciência nacional para que o Brasil supere o “fantasma” dos crimes da ditadura e consolide sua transição democrática. Para ele, não é justo responsabilizar somente os militares por um golpe de Estado de natureza civil-militar promovido pelas elites brasileiras.
- Não há necessidade de temor nenhum, especialmente por parte das classes armadas brasileiras, quanto à revisão da Lei de Anistia. O que aconteceu no passado não é de responsabilidade da atual geração – ponderou.
Randolfe salientou que o trabalho da Comissão Nacional da Verdade não deve se limitar à reconstituição histórica, mas fortalecer o entendimento de que o ordenamento jurídico brasileiro não pode acolher uma lei que anistiou torturadores de “patriotas”.
F.B.R.R
Serra do Navio tem R$160 mil para investir na saúde do município
Emendas do Senador Randolfe são aplicadas na recuperação das Unidades de Saúde
População de Serra do Navio já está sendo beneficiada com os recursos da emenda de autoria do Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) no valor de R$160 mil, para a reforma das três Unidades Básicas de Saúde (UBS) que atendem os cerca de 4,3 mil habitantes do município. As obras estão em andamento e a população está sendo atendida.
De acordo com o senador Randolfe a emenda é do ano de 2012. “É necessário fazer investimentos na saúde dos municípios para que a população seja mais bem assistida. O município fica a quase 200 km da capital Macapá, precisa oferecer o atendimento ao povo”, afirmou.
Cerca de R$110,00 mil já foi liberados, estão no fundo municipal, sendo acessado pela prefeitura. As UBS das comunidades de Cachaço e Pedra Preta estão com o serviço de recuperação sendo executados. “É imprescindível esse recurso para que as UBS sejam adequadas para ao atendimento. Os postos de saúde oferecem o atendimento mais urgente para a população, como vacinas e consultas garantindo mais saúde para o povo”, exemplificou o prefeito José Maria.
O prefeito do município aguarda a liberação de R$55.215,08 para dar inicio as obras de restauração da UBS Giminiano Liberato Martins Júnior, na comunidade de Pedra Preta que hoje está em bastante desgastada, sem condições de atender a população de maneira digna.
No ano de 2012, o senador Randolfe destinou cerca de R$1,8 milhões em emendas para a saúde em todo o Estado.
Fonte: B.R.R
População de Serra do Navio já está sendo beneficiada com os recursos da emenda de autoria do Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) no valor de R$160 mil, para a reforma das três Unidades Básicas de Saúde (UBS) que atendem os cerca de 4,3 mil habitantes do município. As obras estão em andamento e a população está sendo atendida.
De acordo com o senador Randolfe a emenda é do ano de 2012. “É necessário fazer investimentos na saúde dos municípios para que a população seja mais bem assistida. O município fica a quase 200 km da capital Macapá, precisa oferecer o atendimento ao povo”, afirmou.
Cerca de R$110,00 mil já foi liberados, estão no fundo municipal, sendo acessado pela prefeitura. As UBS das comunidades de Cachaço e Pedra Preta estão com o serviço de recuperação sendo executados. “É imprescindível esse recurso para que as UBS sejam adequadas para ao atendimento. Os postos de saúde oferecem o atendimento mais urgente para a população, como vacinas e consultas garantindo mais saúde para o povo”, exemplificou o prefeito José Maria.
O prefeito do município aguarda a liberação de R$55.215,08 para dar inicio as obras de restauração da UBS Giminiano Liberato Martins Júnior, na comunidade de Pedra Preta que hoje está em bastante desgastada, sem condições de atender a população de maneira digna.
No ano de 2012, o senador Randolfe destinou cerca de R$1,8 milhões em emendas para a saúde em todo o Estado.
Fonte: B.R.R
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
ESTATÍSTICA DAS MORTES VIOLENTAS DE 01.01 a 22.08.2013
1º ARMA
DE FOGO: com 74 homicídios (4 culposos)
44 em Macapá;
7 em Santana;
3 em Laranjal do Jari;
2 em Porto Grande, 2 em Ferreira Gomes, 2
no Igarapé da Fortaleza (Santana), 2 em Oiapoque;
1 no Distrito do Coração, 1 no Distrito de
Lourenço (Calçoene); 1 na Rodovia Duca Serra, 1 em Fazendinha, 1 em Vitória do
Jari, 1 em Serra do Navio, 1 em Cassiporé (Calçoene), 1 na Rodovia JK, 1 em
Itaubal, 1 em Pedra Branca, 1 em Nova Colina (Porto Grande), 1 em Bailique.
71 do sexo masculino e 3 do sexo feminino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 71 homicídios, 46 em Macapá.
2º
TRÂNSITO: com 73 óbitos
24 em Macapá;
12 na BR-156;
9 em Santana;
5 na
Rodovia do Curiaú e 5 na Rodovia Duca Serra;
4
Rodovia JK;
3 na
BR-210 e 3 na Rodovia Alceu Paulo Ramos;
2 no
Paredão (Ferreira Gomes);
1 em
Ferreira Gomes, 1 em Porto Grande, 1 em Cedro (Amapá), 1 em Oiapoque, 1 na
Perimetral Norte (Serra do Navio), 1 na Rodovia Salvador Diniz (Santana);
54 do
sexo masculino e 12 do sexo feminino.
29 de moto,
24 de carro, 12 de bicicleta e 08 pedestres;
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 71 óbitos, 21 em Macapá.
3º ARMA
BRANCA com 65 homicídios;
24 em
Macapá;
8 em Santana;
6 em Laranjal do Jari;
5 em Oiapoque;
3 em Lourenço (Calçoene), 3 no Distrito
do Coração (MCP);
2 em Fazendinha, 2 na
Ilha de Santana, 2 em Porto Grande;
1 em
Calçoene, 1 no Paredão (Ferreira Gomes), 1 em Tartarugalzinho, 1 na
Perimetral Norte (Porto Grande), 1 em Amapá,
1 em Mazagão, 1 na BR-210, 1 na Rodovia Duca Serra, 1 em Ipixuna Grande
(Itaubal), 1 em Vitória do Jari;
57 do
sexo masculino 8 do sexo feminino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 85 homicídios sendo 35 em Macapá.
4º
AFOGAMENTO: 43 óbitos
6 em Santana;
4 em Macapá;
3 em Laranjal do Jari, 3 em Bailique, 3 em
Porto Grande;
2 em Cutias do Araguari;
1 em Mazagão, 1 no Abacate da
Pedreira, 1 em Amapá, 1 em Pracuuba, 1 em Oiapoque, 1 em Calçoene, 1
Maçaranduba (Tartarugalzinho), 1 no Curiaú Mirim, 1 na Tessalônica, 1 no Rio
Macacoary, 1 no Igarapé da Fortaleza, 1 em Fazendinha, 1 na Rodovia Duca Serra,
1 no Torrão do Matapi, 1 em Ilha Bela/Oiapoque, 1 em Ferreira Gomes, 1 em
Vitória do Jari, 1 em Cutias, 1 em Itaubal, 1 em Ferreira Gomes, 1 em Calçoene,
1 em Tartarugalzinho;
42 do sexo masculino e 1 do sexo feminino;
Obs.: No
mesmo período do ano passado 51 óbitos, 12 em Macapá.
5º
SUICÍDIO: com 33 casos
16 em Macapá;
3 em Santana;
2 em Vitória do Jari, 2 em Cutias, 2 em
Porto Grande;
1 em Mazagão, 1 em Fazendinha,
1 em Mazagão Velho,1 em Ferreira Gomes, 1 em Amapá,1 na BR-210, 1 em Mazagão
Velho, 1 em Oiapoque;
24 por
enforcamento, 4 por envenenamento, 3 por
arma de fogo, 2 por esfaqueamento.
28 do
sexo masculino e 5 do sexo feminino;
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 18 casos, 10 em Macapá.
6º
PAULADA: 12 homicídios
11 em Macapá;
1 em Amapá;
11 do sexo masculino e 1 do sexo feminino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado 9 casos, 5 em Macapá.
7º
ASFIXIA: 09 óbitos ( 5 por homicídio e 4 por acidente doméstico)
6 em Macapá;
1em Pedra Branca, 1 em Calçoene, 1 em
Amapá;
Todos do sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado 7 casos, 2 em Macapá.
8º
CHOQUE ELÉTRICO: 08 óbitos
4 em Macapá;
1 em Itaubal, 1 em Curicaca, 1 em
Tartarugalzinho, 1 na Rodovia Duca Serra;
8 do Sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado 6 casos, 3 em Macapá.
9º
TRAUMATISMOS DIVERSOS: 10 óbitos
3 em
Macapá;
2 em
Santana, 2 em Porto Grande;
1 em
Vitoria do Jari, 1 em Laranjal do Jari, 1 na Rodovia Duca Serra;
Todos
do sexo masculino;
Obs.:
No mesmo período do ano passado foram 17 óbitos com 09 em Macapá
10º
AGRESSÃO FÍSICA: 06 óbitos
3 em
Macapá;
1 em
Vitória do Jari, 1 em Tartarugalzinho, 1 em Santana;
Os 5 do
sexo masculino 1 do sexo feminino;
Obs.:
No mesmo período do ano passado nenhum caso.
11º
FETO: 02 óbitos
1 em
Macapá e 1 em Santana;
Obs.:
No mesmo período do ano passado 02 caso, 1 em Mazagão e 1 em Santana.
12º
QUEIMADURA: 01 óbito
1 em Macapá,
Sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado nenhum caso.
13º
PICADA DE COBRA: 01 óbito
01 em Macapá;
Sexo feminino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado nenhum caso.
14º
RAIO: 01 óbito
1 em Ferreira Gomes;
Sexo masculino.
Obs.:
No mesmo período do ano passado nenhum caso.
15º POR
CAUSA DESCONHECIDA: 04 óbitos ( 1 por homicídio)
2 em Macapá;
1 em Porto Grande e 1 na BR-156;
No ano
passado foram 7 por causas desconhecidas.
No ano
passado 2 mortes por acidente aéreo, em Macapá, 1 masculino e 1 feminino.
1 morte
por linha de rabiola (semi-degolado)
alexandroccolares@yahoo.com.br
04196 81242950 tim whatsAP
ASSALTO TERMINA COM UM MORTO E OUTRO BALEADO
Três elementos, um deles armado com um revólver cal. 38, por volta das 04h00min da tarde desta terça-feira, assaltaram uma loja de confecções que fica na Av. Ana Nery, o bairro Perpétuo Socorro, de onde roubaram 70 reais e um celular. Em seguida eles foram para o bairro Cidade Nova, onde invadiram uma farmácia que fica na Rua Turíbio Guimarães e anunciaram o assalto. O proprietário VALDIM PEREIRA DE SOUZA (58), reagiu e acabou recebendo um tiro no abdômen, mesmo assim, ele apanhou um revólver que estava em baixo do caixa e disparou contra aquele que lhe baleou, no caso o JORGE GOMES DA SILVA (16), que morreu na hora. Enquanto isso, os outros acusados, fugiram. Já o Valdim foi levado ao H.E e depois foi encaminhado ao Hospital São Camilo, mas não corre risco de morte.
F: J.B.N
Júri condena fazendeiro e inocenta filho por morte de bailarino em Montes Claros
Pai
foi sentenciado a 14 anos de prisão, mas poderá recorrer em liberdade.
Promotoria havia pedido a absolvição do filho por falta de provas
concretas da participação dele no crime
Zootecnista (dir) foi condenado por homicídio duplamente qualificado
O zootecnista Ricardo Athayde Vasconcellos foi condenado a 14 anos de prisão pela morte do bailarino Igor Leonardo Xavier, em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais. O filho dele, Diego Rodrigues Athayde, que também era julgado pelo crime, foi absolvido pelo júri. O julgamento, considerado histórico por ser um dos primeiros de um caso com motivação homofóbica, aconteceu onze anos após o crime. A sentença foi anunciada por volta das 20h15 pelo juiz Glauco Eduardo Soares Fernandes.
Ricardo Athayde foi condenado a 15 anos de prisão. Porém, ganhou a atenuante por ser réu confesso do crime. Por ter ficado o processo todo em liberdade, a Justiça garantiu o direito do zootecnista responder a sentença fora da cadeia.
O advogado Maurício Campos Júnior, ex-secretário da Secretaria de Defesa Social, que defende os acusados, já adiantou que vai recorrer da decisão por achar que a pena foi alta. Já o advogado Ernesto Queiroz de Freitas, assistente de acusação, diz que vai estudar a possibilidade de recurso.
O promotor Gustavo Fantini, responsável pela acusação de pai e filho, pediu aos jurados para absolverem Diego. O representante do Ministério Público alegou que não havia no processo provas concretas da participação do rapaz no assassinato do bailarino. No entanto, chegou a afirmar que Diego e Igor mantinham um relacionamento amoroso, o que provocou protesto por parte da defesa.
Ao depor, Ricardo admitiu que os tiros que mataram o bailarino foram disparados por ele. Porém, disse que os primeiros disparos foram acidentais. Ele revelou que flagrou Igor assediando o filho, que na época tinha 18 anos, se armou com revólver e tropeçou no tapete, atirando acidentalmente. Igor não foi atingido, segundo ele, mas teve início uma luta corporal durante a qual ele foi baleado.
Pela manhã, no começo do júri, todas as testemunhas foram dispensadas e o interrogatório de pai e filho começou imediatamente. Diego manteve a versão apresentada pelo pai e se recusou a responder as perguntas do assistente de acusação. Respondeu, com frases curtas e objetivas, os questionamentos feitos pelo juiz, promotor e jurados.
Acusação x defesa
O debate entre o promotor e o advogado Maurício Campos, que defende os acusados, teve início no começo da tarde. Gustavo Fantini foi categórico ao afirmar que, conforme depoimentos de testemunhas, Igor e Diego já se conheciam e mantiveram um relacionamento amoroso. Na versão dos acusados, vítima e réus se conheceram horas antes do crime em um bar de Montes Claros.
A defesa, por sua vez, disse que o promotor tentou desmoralizar o acusado. Ele afirmou que Igor foi morto porque assediou Diego e enfatizou que isso não pode ser considerado um motivo fútil para o assassinato, uma vez a atitude de Ricardo ao ver o filho ser molestado reflete o valor moral de toda a sociedade.
O crime na versão dos réus
Ricardo contou que em 28 de fevereiro de 2002, dia do crime, sentou com dois conhecidos em um bar de Montes Claros. Além deles, outras pessoas se revezavam à mesas em um clima descontraído entre 21h e 0h. Nesse período, a discussão principal entre todos era sobre filosofia e em determinado momento, Igor pediu permissão para sentar com o grupo e participar da conversa. Ricardo afirma que não conhecia Igor e nunca o tinha visto.
Segundo Ricardo, Igor pediu livros de filosofia emprestados. Ele foi levado, então, para a casa da família para pegar os livros. O acusado disse que chamou o filho para fazer companhia ao bailarino na sala do imóvel enquanto ele foi ao banheiro e à cozinha. Ao retornar ao cômodo, flagrou o dançarino assediando Diego. Foi neste momento em que ele pegou duas armas que guardava no armário e foi em direção ao artista na sala.
O acusado contou que tropeçou, momento em que ocorreu o primeiro disparo. Igor avançou sobre ele e os dois se atracaram brigando, foi quando Ricardo disparou mais uma vez, matando o bailarino. Desesperados, pai e filho foram até a casa de parentes e um irmão do zootecnista o orientou a seguir para Belo Horizonte e emprestou uma caminhonete para a viagem.
Os réus voltaram para a casa, pegaram o corpo de Igor para ocultar o cadáver. Ricardo arrastou o corpo até a carroceria da caminhonete, enquanto Diego limpava os rastros de sangue deixados no chão. O corpo do artista foi abandonado durante a viagem à capital em uma estrada vicinal, às margens da BR-365, mesmo local onde foram deixadas as duas armas.
No caminho, o veículo apresentou problemas e Ricardo resolveu voltar a Montes Claros, onde se encontrou novamente com o irmão. Como o zootecnista estava muito atormentado, o irmão assumiu a direção da caminhonete e transportou os dois acusados para BH.
Diego relatou exatamente a mesma versão do pai, durante o depoimento no júri. Ele disse que ao “fazer sala” para Igor foi atacado pelo bailarino. Segundo ele, Igor sentou no sofá e começou a pegar em seu pescoço, mas Diego teria se desvencilhado educadamente até o pai perceber a situação e o caso terminar em tragédia.
Fonte e fotos :Carlos Magno Presidente da ABGLT
Zootecnista (dir) foi condenado por homicídio duplamente qualificado
O zootecnista Ricardo Athayde Vasconcellos foi condenado a 14 anos de prisão pela morte do bailarino Igor Leonardo Xavier, em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais. O filho dele, Diego Rodrigues Athayde, que também era julgado pelo crime, foi absolvido pelo júri. O julgamento, considerado histórico por ser um dos primeiros de um caso com motivação homofóbica, aconteceu onze anos após o crime. A sentença foi anunciada por volta das 20h15 pelo juiz Glauco Eduardo Soares Fernandes.
Ricardo Athayde foi condenado a 15 anos de prisão. Porém, ganhou a atenuante por ser réu confesso do crime. Por ter ficado o processo todo em liberdade, a Justiça garantiu o direito do zootecnista responder a sentença fora da cadeia.
O advogado Maurício Campos Júnior, ex-secretário da Secretaria de Defesa Social, que defende os acusados, já adiantou que vai recorrer da decisão por achar que a pena foi alta. Já o advogado Ernesto Queiroz de Freitas, assistente de acusação, diz que vai estudar a possibilidade de recurso.
O promotor Gustavo Fantini, responsável pela acusação de pai e filho, pediu aos jurados para absolverem Diego. O representante do Ministério Público alegou que não havia no processo provas concretas da participação do rapaz no assassinato do bailarino. No entanto, chegou a afirmar que Diego e Igor mantinham um relacionamento amoroso, o que provocou protesto por parte da defesa.
Ao depor, Ricardo admitiu que os tiros que mataram o bailarino foram disparados por ele. Porém, disse que os primeiros disparos foram acidentais. Ele revelou que flagrou Igor assediando o filho, que na época tinha 18 anos, se armou com revólver e tropeçou no tapete, atirando acidentalmente. Igor não foi atingido, segundo ele, mas teve início uma luta corporal durante a qual ele foi baleado.
Pela manhã, no começo do júri, todas as testemunhas foram dispensadas e o interrogatório de pai e filho começou imediatamente. Diego manteve a versão apresentada pelo pai e se recusou a responder as perguntas do assistente de acusação. Respondeu, com frases curtas e objetivas, os questionamentos feitos pelo juiz, promotor e jurados.
Acusação x defesa
O debate entre o promotor e o advogado Maurício Campos, que defende os acusados, teve início no começo da tarde. Gustavo Fantini foi categórico ao afirmar que, conforme depoimentos de testemunhas, Igor e Diego já se conheciam e mantiveram um relacionamento amoroso. Na versão dos acusados, vítima e réus se conheceram horas antes do crime em um bar de Montes Claros.
A defesa, por sua vez, disse que o promotor tentou desmoralizar o acusado. Ele afirmou que Igor foi morto porque assediou Diego e enfatizou que isso não pode ser considerado um motivo fútil para o assassinato, uma vez a atitude de Ricardo ao ver o filho ser molestado reflete o valor moral de toda a sociedade.
O crime na versão dos réus
Ricardo contou que em 28 de fevereiro de 2002, dia do crime, sentou com dois conhecidos em um bar de Montes Claros. Além deles, outras pessoas se revezavam à mesas em um clima descontraído entre 21h e 0h. Nesse período, a discussão principal entre todos era sobre filosofia e em determinado momento, Igor pediu permissão para sentar com o grupo e participar da conversa. Ricardo afirma que não conhecia Igor e nunca o tinha visto.
Segundo Ricardo, Igor pediu livros de filosofia emprestados. Ele foi levado, então, para a casa da família para pegar os livros. O acusado disse que chamou o filho para fazer companhia ao bailarino na sala do imóvel enquanto ele foi ao banheiro e à cozinha. Ao retornar ao cômodo, flagrou o dançarino assediando Diego. Foi neste momento em que ele pegou duas armas que guardava no armário e foi em direção ao artista na sala.
O acusado contou que tropeçou, momento em que ocorreu o primeiro disparo. Igor avançou sobre ele e os dois se atracaram brigando, foi quando Ricardo disparou mais uma vez, matando o bailarino. Desesperados, pai e filho foram até a casa de parentes e um irmão do zootecnista o orientou a seguir para Belo Horizonte e emprestou uma caminhonete para a viagem.
Os réus voltaram para a casa, pegaram o corpo de Igor para ocultar o cadáver. Ricardo arrastou o corpo até a carroceria da caminhonete, enquanto Diego limpava os rastros de sangue deixados no chão. O corpo do artista foi abandonado durante a viagem à capital em uma estrada vicinal, às margens da BR-365, mesmo local onde foram deixadas as duas armas.
No caminho, o veículo apresentou problemas e Ricardo resolveu voltar a Montes Claros, onde se encontrou novamente com o irmão. Como o zootecnista estava muito atormentado, o irmão assumiu a direção da caminhonete e transportou os dois acusados para BH.
Diego relatou exatamente a mesma versão do pai, durante o depoimento no júri. Ele disse que ao “fazer sala” para Igor foi atacado pelo bailarino. Segundo ele, Igor sentou no sofá e começou a pegar em seu pescoço, mas Diego teria se desvencilhado educadamente até o pai perceber a situação e o caso terminar em tragédia.
Fonte e fotos :Carlos Magno Presidente da ABGLT
COMUNICADO
Comunico
os membros do segmento LGBT, amapaense que chamamos para reunião no
Departamento de Promoção da Igualdade e Orientação Sexual da
Diversidade - DEPIR /SEMAST/PMM nos dias 19 e 27 de Agosto para tratar
do assunto sobre a minuta de Criação do Conselho Municipal LGBT,sendo
que vieram somente no dia 19 e não compareceram no dia 27/08/2013, como
tenho prazo para entregar a COGEM, estou encaminhando , estou fazendo
este comunicado para que o segmento não venha culpar a Gestão Municipal
LGBT.
Alexandro Colares
Diretor LGBT
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