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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

FESTA NO IGARAPÉ DA FORTALEZA TERMINA COM DOIS MORTOS

Foi por volta das 04h40min da madrugada deste domingo (22), que numa festa acabou em duas mortes. Essa tragédia começou em um bar no Igarapé da Fortaleza, onde acontecia uma festa, e numa briga entre o RILDSON OLIVEIRA DOS SANTOS (20) e o CLEMENSON ALMEIDA DA SILVA (18), vulgo “Chacrinha”, sendo que o Clemenson estava com uma faca e matou o Rildson com duas facadas, porém, o Clemenson acabou cortando a própria mão. Ele pegou um taxi e foi para o H.E de Santana fazer curativo e, ao voltar, foi esfaqueado, segundo a polícia, por alguns  colegas do Rildson e, acabou morrendo logo após dar entrada no H.E de Santana.
F.B.J.B.N

FETO DE SETE MESES É ENCONTRADO NA LIXEIRA

Moradores da 8ª Avenida do Congós com a Av. Padre Angelo Biragui, encontraram por volta das  07h00min da manhã deste terça-feira (24), um feto de aproximadamente sete meses, que estava dentro de uma sacola plástica e numa lixeira. O CIODES foi acionado por um dos moradores, e enviou para o local uma Guarnição da PM do 1º Batalhão, comandada pelo SGT Nunes, que isolou a área e acionou a POLITEC, que fez a remoção do feto para o IML. Segundo uma mulher que pediu sigilo no nome, disse que por volta de 01h00min da madrugada desta terça-feira, ela viu quando uma jovem de aparentando ter entre 16 e 19 anos, ter colocado uma sacola na referida lixeira. A Polícia Civil já entrou no caso, a fim de tentar descobrir quem é a mãe acusada do delito.
f.b.j.b.n

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Depoimento de ex-governadores do Amapá em audiência é adiado

7 testemunhas foram ouvidas e audiência continua em 18 de novembro.
Processo investiga o não repasse de valores de empréstimos consignados.

 

O juiz Paulo Madeira, da 6ª Vara Cível de Fazenda Pública do Fórum de Macapá, adiou para o dia 18 de novembro, os depoimentos dos ex-governadores do Amapá, Waldez Góes e Pedro Paulo Dias, acerca do processo que investiga a falta de repasse de valores do governo do estado a instituições financeiras, provenientes de empréstimo consignado feito por servidores públicos estaduais. Principais indiciados em ação do Ministério Público Estadual, os ex-gestores participariam nesta segunda-feira (23), da audiência de instrução referente ao processo.
O grande número de testemunhas de acusação - 7 no total - foi o motivo para o adiamento dos depoimentos dos ex-governadores, que seriam ouvidos apenas no final do depoimento das 14 testemunhas, no total. Em decisão do juiz ao final da audiência, o prosseguimento foi marcado para novembro.
O MPE, que ofertou a denúncia há um ano, pede a condenação dos ex-gestores por improbidade administrativa, além do ressarcimento das verbas públicas.
Entenda o caso
De acordo com a denúncia, o MPE investigou que os valores dos empréstimos feitos e descontados nos contra-cheques dos servidores no período entre 2009 e 2010, não foram repassados pelo governo aos bancos BMG, Pine, Industrial e HSBC. O dinheiro soma R$ 68.210.076,90. Com isso, muitos servidores foram cobrados pelos bancos, indevidamente.

A tese defendida pela defesa dos ex-governadores é a redução do Fundo de Participação dos Estados (FPE), recurso destinado anualmente ao Amapá. Além disso a defesa afirma que os ex-gestores não ordenaram a suspensão do repasse desse valor aos bancos, atribuindo essa responsabilidade às secretarias de Planejamento (Seplan) e de Administração (Sead), esta última comandada, à época, por Haroldo Azevedo Santos, Sebastião Máximo e Nelson Américo, também indiciados.
O promotor Afonso Guimarães, do MPE, contesta a tese alegando que o Estado possuía recursos suficientes para realizar o repasse, e que a ordem para não realizar o pagamento para os bancos partiram dos chefes do executivo. "Já demonstramos que a redução do FPE durante a crise financeira mundial no período de 2009 a 2010, não é suficiente para o Estado cortar a verba dos bancos. Havia toda a possibilidade de realizar esse corte em outras áreas", afirma o promotor.
O ex-governador Waldez Góes alegou que na época não tinha a função de ordenador de despesas e que desconhecia a suspensão desse repasse, por entender que este é um processo comum. "Entendemos a situação financeira pela qual se passava o Estado naquele período com a redução do FPE. Se ocorreu essa ordem de não repassar, tem que ser apurado. Vivemos em um estado descentralizado, quem ordena despesas é o secretário", confirma.
Pelo mesmo processo, na quinta-feira (26), os ex-governadores serão ouvidos na 4ª Vara Civil Criminal do Fórum de Macapá. Eles também respondem pelo crime de peculato.

Randolfe diz ter levado soco de Bolsonaro no Rio; deputado nega

Parlamentares discutiram na entrada do prédio do antigo DOI-Codi.
Senador diz que Psol entrará com representação no Conselho de Ética.            
                                  Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) discute com o senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) na entrada da Comissão da Verdade do Senado no prédio do antigo DOI-Codi (Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo)

 O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) diz ter sido agredido com um soco na barriga pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) nesta segunda (23) pouco antes da visita de integrantes da Comissão da Verdade do Senado e do Rio de Janeiro ao prédio do antigo DOI-Codi, atual 1° Batalhão de Polícia do Exército, na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Bolsonaro nega a agressão. A confusão teve início quando Bolsnoraro, que não pertence a nenhuma comissão, quis se juntar ao grupo que fez a visita ao prédio e foi rechaçado pelo senador João Capiberibe (PSB-AP). Houve empurra-empurra e xingamentos. Na confusão, o senador Randolfe diz ter levado um soco de Bolsonaro."Ele claramente nos agrediu covardemente. Ele usou o mecanismo de entrada por baixo. É o procedimento dele, que todos conhecem. Mais uma vez a presença do Bolsonaro aqui era para tumultuar e impedir que a visita se concretizasse. Ele não acompanhou o roteiro da visita. Ele não cumpriu seu objetivo. O Bolsonaro é um Brasil que nós vamos virar a página", disse.“Na entrada, eu e senador Capiberibe nos colocamos à frente e dissemos para o Bolsonaro que ele não podia entrar, e que não era bem-vindo. Ele disse: ‘Olha só quem quer me impedir de entrar no meu quartel!’. Falei: 'O senhor não integra esta comissão e não tem nada a ver com essa visita’. Ele me chamou de ‘moleque’, abaixou e deu um soco por baixo, no meu estômago. Depois do soco, eu empurrei ele, ele me empurrou e me chamou de ‘vagabundo’. Eu disse que o ‘cara de pau’ é ele, que não deveria estar lá”, disse Randolfe.O senador afirmou que o Psol irá entrar com uma representação no Conselho de Ética contra o deputado. “Ele claramente atentou contra o decoro parlamentar, ao tentar impedir o trabalho de comissão parlamentar e agredir um parlamentar."Depois da confusão, Bolsonaro acabou entrando no prédio. Ele contou que fez a visita ao local a uma distância dos membros da comissão. "Fiquei a uns dez metros de distância para não me misturar. Visitei o prédio todo e depois fui tomar um café na sala da Companhia de Motos. O Capiberibe colocou a mão no meu peito e não queria me deixar entrar. Houve uns empurrões, mas entrei mesmo assim. Para a infelicidade de vocês (jornalistas) não houve agressão, como vocês gostariam. O senador Randolfe gritou, me chamou de 'vagabundo' e outros elogios, por assim dizer, mas não houve agressão. A democracia que eles defendem é assim, não aceita o contraditório", disse Bolsonaro.Ao G1, o deputado negou que tenha dado um soco no estômago de Randolfe. "Dei um empurrão nele por baixo, que estava me impedindo de entrar [no quartel]", disse. Segundo o parlamentar, que chegou antes da comitiva ao local, pela manhã, o comandante do quartel disse que todos os parlamentares poderiam fazer a visita.O objetivo da visita desta segunda (23) é ser o ponto de partida para uma campanha que visa transformar o local num centro de memória, a exemplo do que foi feito no antigo Dops de São Paulo e em centros de tortura na Argentina, no Uruguai e no ChilePela manhã, manifestantes fizeram um protesto em frente ao quartel reivindicando a reabertura dos arquivos da época da ditadura militar e a punição para as pessoas que serviram ou trabalharam para o regime

 

 

 

      

Antes de julgamento da mãe, filho de executivo da Friboi protestou em NY

Júri de Giselma Campos começa nesta terça-feira (24) em São Paulo.
'Tenho rezado bastante e pedido discernimento', afirmou estudante 

 
foto Juliana Santana de Souza/ Acervo pessoal)
Filho do empresário Humberto de Campos Magalhães, executivo da Friboi morto a tiros em dezembro de 2008, o estudante de administração Carlos Eduardo Magalhães aproveitou uma viagem de estudos a Nova York, nos Estados Unidos, em agosto deste ano, para fazer uma homenagem ao pai e um protesto contra a demora no julgamento do caso. O júri da mãe dele, Giselma Carmen Campos, acusada de mandar matar o ex-marido, começa nesta terça-feira (24) no Fórum da Barra Funda, em São Paulo 
Carlos Eduardo disse ao G1 nesta segunda-feira (23) que tem rezado bastante e pedido discernimento para enfrentar o início do julgamento em que será a principal testemunha de acusação contra sua mãe. "Tenho rezado bastante e pedido discernimento neste momento. Estou acreditando que estou fazendo o melhor para o meu pai. Então, isso me ajuda muito", disse.
Durante o protesto, o estudante apareceu sem camisa na Times Square e em frente ao Central Park com o corpo pintado com palavras como "justiça" e "paz espiritual".
A ideia surgiu após ele ver protestos de pessoas nuas pintadas apenas com tinta corporal, mas sem nenhum propósito. Ele afirma que se convenceu após uma conversa com o artista Danny Seatiawan. As fotos foram feitas por Juliana Santana de Souza, uma amiga brasileira que ele conheceu em Nova York."Quando eu estava andando por lá, eu vi que ele fazia essas pinturas nas pessoas, mas sem nenhum propósito aparente. Era mais uma coisa de choque de valores. Foi aí que tive a ideia. Falei: 'acho que posso fazer uma coisa nesse sentido para, de certa forma, colocar para fora o que estou sentido e também fazer uma homenagem para o meu pai. Mostrar para mim mesmo que ainda estou aqui e que ainda estou lutando por ele. Que tudo que ele fez por mim, de alguma forma, estou podendo hoje honrar'", contou.
Carlos Eduardo disse que o protesto foi bem recebido. "Muitas pessoas pessoas ficavam chocadas de saber como as coisas funcionam aqui. Teve bastante gente que achou super legal e teve gente que só passou e não deu opinião a respeito. De forma geral, foi muito bom porque as pessoas se aproximavam de mim para conversar sobre qualquer coisa", afirmou.
Na frente do corpo de Carlos Eduardo, o artista escreveu, em um braço, "justica", e, no outro, "paz espiritual". Nas costas de Carlos Eduardo, o artista escreveu: "pelo que você luta?". A resposta estava escrita nos braços: "justiça" e "paz espiritual". Segundo Carlos, que também é professor de inglês, as pessoas escreviam à caneta em suas costas os objetivos de suas lutas.
Morte do executivo
Humberto de Campos Magalhães foi morto a tiros por um motoqueiro em uma rua da Zona Oeste da capital paulista em 4 dezembro de 2008. Carlos Eduardo e a mãe deverão ficar frente a frente na sala no Tribunal do Júri no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste. Ele tem certeza de que ela é culpada: "Foi ela que mandou matar meu pai", disse ele ao Fantástico. Além de Giselma, também deverá ser julgado o irmão dela, Kairon Valfer Alves.

Giselma viveu durante 20 anos com o executivo. Segundo a polícia, depois da separação, ela passou a planejar o assassinato do ex-marido. O celular do filho mais velho do executivo foi usado no crime. A acusação diz que Giselma entregou o telefone a um pistoleiro. O assassino ligou para o executivo, dizendo que o filho dele estava passando mal, no meio da rua. Humberto foi até o local  e bateu de casa em casa, à procura de notícias do filho. Quando entrou no carro, um motoqueiro se aproximou e depois de uma rápida discussão disparou dois tiros, um dos quais atingiu o executivo.

O celular usado para atrair a vítima ajudou a esclarecer o crime. O aparelho foi encontrado na casa de Kairon, irmão de Giselma, no Maranhão. Segundo a polícia, Kairo contratou dois pistoleiros na Cracolândia, região central de São Paulo. A investigação mostrou que Giselma pagou ao irmão e aos assassinos R$ 30 mil para que o ex-marido fosse assassinado.

Humberto Magalhães, de 43 anos, era de origem humilde. Começou como açougueiro e virou o maior executivo da empresa. O empresário se casou com Giselma e teve dois filhos: Carlos Eduardo era o mais novo. As brigas constantes do casal levaram ao fim um relacionamento de 20 anos, mas, segundo o filho, Giselma nunca aceitou a separação. “Sempre foi uma relação muito dificil entre os dois, de discussões dentro de casa, gritaria de virar a madrugada discutindo”, diz Carlos Eduardo.
Humberto saiu de casa no fim de 2007 e namorou outras mulheres. “Primeiramente a polícia imaginou se tratar de um latrocínio, mas no porta-malas do carro tinha uma valise com cheque, dinheiro e cartões”, disse o promotor do júri, José Carlos Cosenzo. Logo nos primeiros dias da investigação, Giselma começou a apresentar um comportamento suspeito, de acordo com a Promotoria.
Cosenzo afirma que quando saiu o mandado de busca e apreensão para apreender os computadores e telefones, a empresária recebeu a polícia, mas tentou jogar um chip de telefone na privada. “De repente ela disse: ‘estou com vontade de ir no banheiro’. Abaixou, tirou o chip do celular e jogou na privada”, conta o promotor.

A investigadora conseguiu puxar o chip de dentro da bacia da privada. A partir dele, os investigadores rastrearam uma rede de ligações telefônicas. E identificaram a quadrilha responsável pela morte de Humberto Magalhães.

Segundo a Promotoria, Giselma contratou Kairon, que é ex-presidiário. Kairon contratou Osmar que era uma pessoa que trabalhava como segurança. E Osmar contratou Paulo, apontado como executor.  No primeiro momento, Giselma negou conhecer Kairon. Mas, ao comparar os documentos dos dois, a polícia teve uma surpresa. “Foi verificado que eles eram irmãos. De pais diferentes, mas era a mesma mãe”, disse o promotor.
“Acredito que ela mandou assassinar o meu pai por interesse financeiro. Ela não queria dividir o patrimônio que ela tinha com o meu pai com outra pessoa”, diz Carlos Eduardo. Descoberta, Giselma tentou incriminar o próprio filho. “Ela, através das ligações que fazia para pessoas, meio que tentava jogar culpa para mim. Dizia que tinha medo porque eu talvez pudesse estar envolvido”, diz Carlos Eduardo.

A polícia chegou a suspeitar do filho do empresário, mas o rastreamento do aparelho celular dele levou à prisão de Kairon, que entregou todo o esquema.Giselma ficou presa preventivamente por um ano e seis meses na Penitenciária Feminina de Santana, na Zona Norte de São Paulo. A decisão pela soltura de Giselma foi do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Celso de Mello concedeu a liminar no dia 27 de setembro, após analisar o pedido de habeas corpus impetrado pelo advogado da ré, Ademar Gomes.

O Fantástico tentou falar com Giselma, mas ela não atendeu às ligações. Carlos Eduardo tem pouco contato com a mãe. Se falam raramente e só para tratar da venda de bens da familia. Os dois homens contratados para matar o empresário já foram condenados: pegaram 20 anos de cadeia cada um. Carlos Eduardo espera que Giselma seja condenada pela morte do pai dele. "Infelizmente foi ela que mandou fazer isso. O que eu queria realmente era não ter uma mãe que fosse uma assassina",  afirmou.

F.G1

PSOL lança campanha pelo Casamento Civil Igualitário


Cumprindo agenda oficial do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL-PA), o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) participa desde ontem (21), de atividades relacionadas ao lançamento oficial da 11ª Parada do Orgulho LGBT de Belém.
Na manhã desta sexta-feira (22), a programação prosseguiu com o lançamento da campanha pelo Casamento Civil Igualitário: “Os Mesmos Direitos com os Mesmos Nomes”, no auditório da OAB/PA e contou a presença da presidenta do PSOL no Pará, Marinor Brito, e de aproximadamente cem ativistas de diversas organizações não-governamentais que lutam pela cidadania LGBT.
 
Na abertura do evento, foi exibido um vídeo relacionado a campanha e em seguida, o deputado psolista, fez uma exposição de conteúdo e explicativa sobre a importância da pauta relacionada ao Casamento Civil Igualitário. Para Wyllys, a campanha visa esclarecer as dúvidas ainda existentes sobre o tema, razões e necessidades de propor para o debate a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de sua autoria, que iguala e amplia os direitos civis da população LGBT no que se refere ao casamento civil e o combate à discriminação.
Para Jean, a aprovação da PEC é estratégica para o enfrentamento da homofobia.
- Nos países onde o Estado reconheceu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, as novas gerações crescem e se educam sabendo que gays e lésbicas não são melhores ou piores do que os heterossexuais, mas apenas diferentes e que essas famílias valem o mesmo que as famílias de origem heterossexual e merecem o mesmo respeito e reconhecimento. A lei também serve para educar, disse.
 
- Foi com muita luta que no ano passado, no Congresso Nacional, enfrentamos o preconceito, a homofobia e conservadorismo religioso na batalha pela aprovação do projeto de lei 122/06, não conseguimos avançar na legislação, mas jamais desistiremos de lutar pela cidadania LGBT, de forma que a campanha pelo casamento civil igualitário é um passo muito importante e que agora, chegou a vez do Pará participar, disse a ex-senadora Marinor Brito.
- A importância deste encontro reside na possibilidade de unir a comunidade LGBT para compreender a necessidade de uma legislação que regulamente os direitos advindos da relação homoafetiva, disse Maria Cristina de Carvalho, presidente da Comissão de Saúde da OAB/PA.

HISTÓRICO: A campanha pelo Casamento Civil Igualitário: “Os Mesmos Direitos com os Mesmos Nomes” é um movimento apartidário e plural. Já foi lançada no Rio de Janeiro, Paraíba, Bahia e São Paulo, onde a cantora Fafá de Belém participou representando os artistas que já aderiram à causa. Entre eles estão: Arlete Salles, Zélia Duncan, Ivan Lins, Wanessa, Mônica Martelli, Mariana Ximenes, Ney Matogrosso, MV Bill, Alexandre Nero, Gutta Stresser, Sérgio Loroza, Tuca Andrada, Cláudio Lins, Alexandra di Calafiori, Preta Gil, Maria Ribeiro, Fabiula Nascimento, Rita Sibeiro, Sandra de Sá, Jussara Silveira, Marian de Morais, Neville d’ Almeida, Luiz Carlos Lacerda, Robert Guimarães, Fabiana Cozza e Lan Lan. Todos esses artistas participaram da campanha de forma gratuita e solidária.
FONTE: B.M.BRITO

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Estruturação debate candidaturas LGBT em 2014

Ao que tudo indica, maioria dos partidos políticos terão pelo menos uma candidatura de LGBT no DF em 2014. Sim, eles estão de olho no nosso poder de voto! Mas como encarar tantos nomes? Isso é bom ou pode nos enfraquecer?
E mais: como poderemos levantar a bandeira do voto consciente de LGBT e simpatizantes em 2014? E quais os erros e acertos de LGBT que já tentaram vagas na Câmara Legislativa, por exemplo?
Venha trazer suas idéias na reunião do Estruturação – Grupo LGBT de Brasília nesta terça-feira 17, às 19h30. Entrada gratuita. O Estruturação fica na EQS 102/3, Centro Empresarial São Francisco, sala 16. Junto à estação 102 do metrô.
Fonte: site paroutudo.com

Elton John fará show na Rússia para apoiar direitos LGBT

Os LGBT da Rússia ganharam mais um aliado. Elton John anunciou que fará um show em Moscou em solidariedade aos cidadãos arco-íris de lá que estão sofrendo sanções após aprovações de leis homofóbicas no país como a que a pune “propaganda gay”.
“Como um homem gay, não posso deixar essas pessoas à própria sorte, sem ir até lá e apoiá-las”, disse o artista ao jornal britânico “The Guardian”.
Elton afirmou que não sabe o que vai acontecer, mas tem de ir. Ele não crê, tampouco, em boicote, já que deixaria os LGBT do país ainda mais isolados. A apresentação está agendada para 6 de dezembro no Crocus City Hall de Moscou.
Fonte: site paroutudo.com

QUADRILHA ASSALTA AGÊNCIA DOS CORREIOS DE ITAUBAL

Foi por volta das 09 h  da manhã desta terça-feira (17), que uma quadrilha de seis elementos, alguns com arma de fogo, invadiram a Agência dos Correios de Itaubal, onde renderam os funcionários e o gerente, e roubaram toda a grana de lá, quantia não revelada a imprensa.
Após praticarem o assalto, eles fugiram em um FITA Fiorino, pertencente a quadrilha.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Senado aprova reforma para a próxima eleição

Do Correio Braziliense: Na segunda etapa do esforço concentrado por uma agenda positiva, o Senado Federal aprovou ontem o texto-base da mi-nirreforma eleitoral aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na semana passada. Agora, a matéria segue para a Câmara dos Deputados. Para valer para as próximas eleições, é necessário que o projeto seja aprovado pelos deputados e sancionado pela presidente Dilma Rousseff até o início de outubro.Pelo texto aprovado, os partidos poderão contratar até 1% do eleitorado para trabalhar como cabos eleitorais. A princípio, o texto do senador Romero Jucá (PMDB-RO) proibia esse tipo de contratação. Outras mudanças são o fim da prisão de quem for flagrado fazendo propaganda de boca de urna e a liberação de carreatas no dia da votação, que hoje são considerados crimes eleitorais.
Até o fechamento desta edição, os parlamentares aindaapreciavam emendas que poderiam modificar o texto. Uma delas, do senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP), proibia doações de pessoas jurídicas de direito público ou privado. Com isso, somente pessoas físicas poderiam fazer doações, que seriam distribuídas pela legenda de acordo com a própria conveniência.
Os senadores ainda derrubaram a proibição de repasses do Fundo Partidário para legendas que tiveram suas contas rejeitadas no segundo semestre de anos eleitorais.
fonte: B.R.R