Foi por volta das 03h00min da tarde de sábado (18), que uma rixa
envolvendo três homens, acabou tendo como vítima, um garoto de 12 anos
de idade, que nada tinha a ver com a rixa, cujo fato, aconteceu na Av.
José de Anchieta, no bairro Hospitalidade, em Santana. Os envolvidos na
briga JOSÉ MARQUES PINHEIRO (19) o "Ere", que disparou os tiros contra os rivais AILTON SILVA (21) e o MICHEL MARTEL
(20), que não foram atingidos, porém, uma das balas atingiu a nuca do
garoto que estava em companhia do pai. Logo após o fato, uma Guarnição
da PM do 4º Batalhão, composta pelo SGT Emanoel e os SDs P. Saches e J.
Cunha, conseguiu prender o atirador, no caso o José Marques Pinheiro
(Erê), que foi flagranciado na 1ª DP de Santana. O revólver não foi
encontrado
F.J.B.N
Visitantes
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Randolfe candidato
Randolfe Rodrigues chegará em Brasília no sábado para tentar pôr sua candidatura à Presidência da República nos trilhos.
Nos dias 9 e 10, Randolfe vai se reunir com uma turma de sua confiança e começará a desenhar o programa de governo, que deverá ser coordenado por Cid Benjamin. No mesmo encontro, serão definidas as diretrizes do programa de televisão
O formato das inserções para apresentar Randolfe na TV ficará sob a responsabilidade do publicitário e cineasta Luiz Arnaldo Campos, que trabalhou em campanhas petistas nos anos 90 e é o preferido entre os candidatos do PSOL desde que Heloísa Helena concorreu ao Palácio do Planalto em 2006.
No plano político, Randolfe sonha com uma chapa puro sangue, tendo Luciana Genro como vice. Falta apenas combinar com o PSTU. O partido anda de olho na cadeira em troca do apoio a Randolfe.
Tags: candidatura, PSOL, Randolfe Rodrigues
DUPLA É PRESA QUANDO VENDIA CRAQUE NA FEIRA DO PESCADO
Uma guarnição do BRPM comandada pelo Ten Rômulo prendeu na noite de segunda-feira (06), oALEX DAS NEVES LOPES(24) e o JOÃO PEDRO DA SILVA COSTA (24), quando os mesmos estavam vendendo craque na feira do pescado, na Beira Rio, no Bairro Perpetuo Socorro. Segundo os policiais, várias motos e carros paravam constantemente naquele local com o objetivo de comprar a muruita. Com eles, os canas apreenderam ainda, 5 cabeças de craque e a importância de 197,00 reais, fruto da venda da droga. Os dois foram entregues no CIOSP do Pacoval, onde o delegado de plantão tomou as providencias com acordo com a Lei.
F.J.B.N
F.J.B.N
ESTATÍSTICA DAS MORTES VIOLENTAS DE 01.01 a 03.01.2014
1º ARMA DE FOGO: com 04 homicídios
2 em Macapá;
1 em Santana, 1 na Rodovia Duca Serra;
3 do sexo masculino e 1 do sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado foram nenhum homicídios.
2º ARMA BRANCA com 03 homicídios
1 em Macapá, 1 em Oiapoque, 1 na BR-210;
2 do sexo masculino 1 do sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado foram 2 homicídios, nenhum em Macapá.
3º AFOGAMENTO: 02 óbitos
1 no Rio Preto (Mazagão), 1 no Cunani (Calçoene).
Ambos do sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhum caso.
4º POR CAUSA DESCONHECIDA: 01 óbito
1 na Rodovia AP-020.
Sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhuma morte.
OBS: No ano passado foram registrados:
1 morte no trânsito em Macapá.
1 suicídio em Macapá.
Macapá, 04 de Janeiro de 2014.
sábado, 4 de janeiro de 2014
Mister Brasil Diversidade, Carlos Gabriel visita gays e travestis no Instituto Penal de Campo Grande
Mister Brasil Diversidade, Carlos Gabriel visita gays e travestis no Instituto Penal de Campo Grande
Na
última sexta-feira (20), o Mister Brasil Diversidade 2013, Carlos
Gabriel, visitou o Instituto Penal de Campo Grande. Em comemoração ao
Natal, o Mister presenteou gays, travestis e transexuais, que estavam em
cumprimento de pena, com presentes e brindes. A iniciativa surgiu da
Coordenação do Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e
Combate à Homofobia (CENTRHO) e da Secretaria de Estado de Trabalho e
Assistência Social de Mato Grosso do Sul. Ao ser convidado, o Mister
abraçou de imediato essa ação, que promove acolhimento e atenção a
membros da comunidade LGBT que se encontram, em sua maioria, esquecidos
pelos próprios familiares, justamente nessa época do ano em que todos
são chamados para refletir sobre fraternidade e solidariedade,
sentimentos relacionados à festa natalina. "Fiquei muito emocionado com a
receptividade dos reclusos e suas palavras de agradecimento pelo fato
de sentirem-se totalmente esquecidos pela sociedade e por seus
familiares. Foi uma experiência muito gratificante." Além de Carlos
Gabriel, participaram da visita o coordenador do CENTRHO, Leonardo
Bastos, e o presidente da Comissão da Diversidade Sexual da OAB/MS,
Júlio Valcanaia.
( De A Capa.com )
POSTADO POR PARANÁ POLÍTICO ÀS 09:44
__._,_.___
Daniela Mercury e sua companheira Malu Verçosa
Daniela Mercury e Malu Verçosa celebram as conquistas de 2013
“Qual
foi o seu objetivo, jornalista?”, indaga Daniela Mercury em tom
provocador, olhando de canto de olho para Malu Verçosa. Malu começa a
elaborar uma resposta na tentativa de explicar o que a levou a escrever
um livro contando os detalhes da paixão vivida pelas duas e que terminou
em casamento e causou comoção nacional. Daniela corta: “Ela podia ter
sido repórter de televisão porque é bonita, com uma voz sexy...”. A
jornalista ri, encabulada. “Percebe? Ela faz isso para me deixar sem
graça”, comenta Malu. O papo aconteceu durante a entrevista do casal ao
EGO sobre o livro lançado por Daniela e Malu, “Daniela e Malu — Uma
história de amor” (Editora LeYa). Enquanto discorrem sobre as alegrias e
agruras da exposição da relação – que começou a repercutir no dia 3 de
abril quando o casal decidiu assumir publicamente o namoro através de um
post no Instagram -, Malu joga três saquinhos de sal amarrados por um
alfinete para a cantora: “Toma. O sal da vida”. Daniela solta uma sonora
gargalhada. “É que meus pais têm esse ditado: ‘A gente só conhece uma
pessoa quando come com ela uma saca de sal’. Nosso amor, nossa relação,
nossa convivência. Tudo em nós está sendo testado”, explica a cantora.
Durante a entrevista, a conversa retoma diversas vezes o mesmo tom
desafiador, de brincadeiras e muita cumplicidade. Apesar dos medos que
chegaram a render inúmeras discussões entre as duas, hoje, Daniela e
Malu têm muito a comemorar ao lado das filhas Márcia Vanessa, 15 anos,
Ana Alice, 12, e Ana Isabel, 4, adotadas pela cantora quando ainda era
casada com Marco Scabia. A afinidade de Malu com as meninas é tanta, que
Daniela entrega sentir um certo ciuminho. “Alice escreveu que Malu é a
mãe dos sonhos dela e eu comentei: ‘Malu é a mãe dos seus sonhos, né? Ah
tá, adorei saber disso’”, conta Daniela rindo. Sobre 2013, a jornalista
dispara com bom humor: “Quero férias”. Já a cantora define o período em
que tantas mudanças aconteceram em sua vida como um recomeço: “Foi um
intensivão. Um dos anos mais intensos de toda a minha vida, que valeu ao
ano do ‘Canto da cidade’ (música com que Daniela estourou). Tive até a
sensação de que a vida estava começando de novo”. A seguir, Daniela e
Malu contam como enfrentaram o preconceito e construíram uma nova
família.
Qual
foi o objetivo de vocês quando decidiram escrever o livro? Daniela
Mercury: Se não estivessemos apaixonadas, não iríamos contar história
nenhuma, porque não daria liga. Escrevemos primeiro porque estávamos
apaixonadas, depois porque nós vimos tudo acontecendo (se refere as
manifestações populares em junho deste ano). Ela como jornalista e eu
como militante que sou, acostumada a lidar com as questões humanas,
percebi do meu jeito, com o meu olhar, que estávamos movimentando uma
história importante no Brasil. Protagonizando uma mudança de
comportamento. Vimos que a sociedade reagiu e que o jornalismo resolveu
abraçar essa luta. Foi muito excitante juntar o amor da gente com a
paixão que foi poder servir ao mundo dessa maneira. Aí não tinha como
resistirmos a escrever um livro. O livro conta detalhes do
relacionamento das duas. O que acham das pessoas que criticam vocês pela
superexposição da relação? Daniela Mercury: Acho que uma das grandes
questões foi: 'até que ponto Daniela está querendo manipular a
imprensa?' O que vi nas redes sociais, de um grupo de pessoas, e não
foram poucas, foi 'ah ela está fazendo isso para se promover'. Imagina
se eu não fosse uma artista com 20 anos de carreira, com uma postura que
venho mantendo esse tempo todo? Não é à toa que um artista novo fica
com medo de fazer uma coisa dessas. Como ele não é conhecido, tem medo
de correr o risco e se posicionar. Imagine eu, que com a história de
vida que tenho, ainda acharam isso. Então é lógico que é difícil. Os
artistas já vivem muito julgados e expostos. Parece fácil, a ponto de
que alguém fizesse só para chamar a atenção. Mas quando isso vira uma
realidade... Ficam magoadas com os comentários mais pesados? Sofreram
preconceito depois que se assumiram? Malu: Às vezes, em rede social,
lemos comentários ofensivos, maldosos, mas na internet é tudo muito
fácil. Pessoalmente nunca ouvimos nenhuma agressão nem ouvimos nada no
meio da rua. Eu comecei a ler os comentários até pelo hábito de
jornalista mesmo, mas acabei parando porque vi que é uma bobajada tão
grande... E a Daniela se magoa demais. Então nem deixo ela ler. Como tem
gente desajustada... As pessoas têm que entender que gente é gente,
ninguém é igual a ninguém. Na minha casa teve um ensinamento do meu pai
de vida inteira que é de que as pessoas são diferentes e temos que
respeitá-las como são. Daniela: O que recebemos pessoalmente é o oposto.
Tivemos várias manifestações gostosas e diferentes sobre o assunto,
desde a gente estar correndo na praia e um homem de uns 60 anos virar e
falar: 'Você deu uma sacudida no Brasil! Estava precisando acontecer
alguma coisa'. As coisas mais entusiastas vem dos heterossexuais.
Ouvimos 'muito obrigada' das famílias de pessoas que tem gays e se
sentiram legitimadas.
Como
as meninas lidaram com a notícia da união de vocês? Elas tiveram
dúvidas? Malu: Não. A de 15 anos a gente conversa muito porque começou a
namorar, mas é outra geração. É muito mais natural para eles. Não
tiveram perguntas ou dúvidas. Pelo contrário. Ela é uma espécie de ídola
na escola porque somos corajosas, porque lutamos contra o preconceito.
Os colegas frequentam lá em casa, conversamos com os pais. É tudo
normal. As meninas não sofreram preconceito nenhum. Dos boatos que
inventaram, qual mais incomodou? Malu: A nossa separação. Estávamos
gravando para um programa de TV e eu lembro porque foi no dia em que
pedi demissão. Entre uma coisa e outra saiu que tínhamos nos separado e
por isso eu teria pedido demissão. Também teve a história de que eu
teria feito uma inseminação e vendido as fotos do parto para uma
revista. Fiquei louca com aquilo. A gente tem adolescentes com 12 e 15
anos de idade que leem tudo que sai na internet. Não é justo que elas
cheguem em casa e perguntem: 'Ah vocês resolveram engravidar?'. Isso não
é certo. No dia que saiu a notícia que a gente tinha se separado as
meninas chegaram em casa da escola e falaram: 'É porque saiu na internet
que vocês estavam separadas'. Nós falamos: 'Como que estamos separadas?
Não estamos aqui?'. E vocês pensam em aumentar a família? Malu:
(silêncio seguido de gargalhadas) Penso e não penso em ter mais filhos,
porque já temos três em casa, é muita coisa, e em fases difíceis.
Adoramos criança, mas por enquanto não dá. Por ela eu já teria parido
até, mas como sou uma pessoa que tem juízo... Daniela: Estamos muito
apaixonadas estamos querendo curtir. São muitas mulheres em casa e ainda
ganhei uma cadelinha chamada Preta.
Como
é para elas terem duas mães? Malu: Ninguém impõe a maternidade para
ninguém. A Daniela falou para elas que estava namorando comigo e a
relação se formou naturalmente. Quando estava escrevendo o livro
perguntei para as duas mais velhas se podia dizer que elas eram minhas
filhas e elas agiram com surpresa tipo: “Ô, e não vai dizer?”. Me senti
até meio idiota. Daniela é verdade que você parou de fumar por causa da
Malu? Daniela: Parei e ai de mim se não tivesse parado. Essa mulher é
uma terrorista. O carnaval eu ainda negociei. Mas já sentia o inferno
astral dela apagando tudo que era cigarro, molhando, escondendo com as
crianças. Ela não deixa nada, é um perigo, rigorosa. Me enlouqueceu. Me
dava sermão e eu falava que isso ia atrapalhar a nossa vida. Até ameacei
me separar (risos). Malu: A verdade é que ela me falou que se eu
ficasse com ela, ela parava de fumar. Eu falei para as meninas: 'Quem
catar mais cigarros de mamãe Dan Dan vai ganhar prêmio'. Elas catavam a
casa toda. O que mais vocês mudaram uma pela outra? Daniela: Eu estou
acordando cedo, levando bronca, quem manda em 80% das coisas que eu faço
hoje em dia é ela, perdi grande parte da minha autonomia. Pode botar na
entrevista. Isso eu aliviei no livro. Eu tenho que voltar correndo para
a minha psicanálise (risos). Malu: Eu era jornalista de televisão há 20
anos, não suporto avião, morro de medo, mas agora eu não tenho como
fugir. Não suportava tirar foto. Mas faço tudo por ela. Mudei minha
profissão e mudei meus hábitos. Acordo tarde. Eu pedi demissão porque
não conseguia trabalhar na televisão, escrever o livro, cuidar de três
crianças e pegar três horas de engarrafamento todos os dias. Minha vida
virou do avesso. Foi porque eu quis. Eu ia abrir mão de três crianças,
do livro que era meu sonho, ou da Daniela? Não. Era uma decisão corajosa
que não tomei de uma hora para outra. Passei quase três meses pensando.
A vida da Daniela acontece o tempo inteiro. Não tem essa de sábado e
domingo. Se você está presa numa rotina passa apenas a ler sobre a
pessoa com quem está casada. Não dá. Não me arrependo disso e o livro
foi uma redenção.
Vocês
têm personalidade forte, mas acertam os ponteiros com bom humor. Como
lidam com as diferenças? Daniela Mercury: Nosso amor, nossa relação,
nossa convivência... Tudo em nós está sendo testado. Até o que a gente
gosta de vestir, como faz o cacho do cabelo. Porque com tudo isso
tivemos que fazer muitas atividades juntas e isso nos fez escrever um
livro. Malu largou o trabalho para escrever. Estou convencendo-a a
trabalhar comigo. Nós não somos fáceis, nenhuma das duas. Somos pessoas
muito boas e corretas, mas não somos fáceis em nada, cada dia é um
Instagram (se refere ao momento em que assumiram a relação através da
rede social). Depois de tudo isso, qual o balanço que fazem de 2013?
Malu: Eu quero férias (risos). Daniela: Foi um intensivão. Um dos anos
mais intensos de toda a minha vida, que valeu ao ano do ‘Canto da
cidade’ (música com que Daniela estourou). Tive até a sensação de que a
vida estava começando de novo. Foi um ano de exaustão, de surpresas, de
um casamento que teve uma importância emocional e política dentro de
nós. Porque a gente já se sentia casada, mas teve um peso transformador
tornar tudo isso legal. Teve um impacto enorme para todo mundo. Nossas
empregadas trabalham comigo tem 30 anos e no final vieram nos abraçar,
dizer que estavam emocionadas com a nossa relação e passaram a tratá-la
de outra maneira dentro de casa. Legitimou o papel dela. Para os nossos
parentes, por mais que eles estivesse tranquilos, todo mundo teve que se
acostumar com uma novidade. Não foi uma coisa simples. Todos têm
cultura, capacidade de aceitar o mundo e a diversidade, mas de qualquer
jeito é uma realidade diferente que precisava ser absorvida
emocionalmente. O casamento civil foi de uma importância tamanha, porque
para as crianças é água, mas para os adultos é pedra para engolir. E
que só dá para engolir com muito amor, vendo a gente feliz.
( Do ego.com )
POSTADO POR PARANÁ POLÍTICO ÀS 09:26
Papa questiona visão "adocicada" e de "conto de fadas" do Natal
O papa Francisco explicou, durante a celebração da reza do Ângelus na praça de São Pedro nesta quinta-feira (26), que a "visão adocicada e de conto de fadas" que se tem do Natal não é a que aparece no Evangelho. Na mensagem, o papa também denunciou a perseguição dos cristãos em várias partes do mundo.
"Vocês não têm medo da chuva?", perguntou, brincando, o papa aos fiéis, hoje apenas algumas centenas que aguaradavam sob uma intensa chuva na praça de São Pedro. Depois Francisco explicou que hoje se celebra São Estêvão, que foi o primeiro mártir da Igreja, e lembrou seu martírio por apedrejamento e como perdoou seus agressores no momento de sua morte. O pontífice argentino explicou que "a festa São Estêvão está em plena sintonia com o profundo significado do Natal, já que no martírio o amor venceu a violência". "A memória do primeiro mártir dissolve a falsa imagem do Natal, essa imagem de contos de fada, adocicada, que no Evangelho não existe", explicou. Jorge Bergoglio afirmou que "na Liturgia se lê o sentido autêntico da encarnação, vinculando o Presépio ao Calvário e lembrando que a salvação divina implica a luta contra o pecado e que passa pela cruz". Francisco também pediu para rezarem pelos "cristãos que sofrem discriminação por testemunhar Cristo e o Evangelho". "Irmãos e irmãs que, como São Estêvão são acusados injustamente e são alvo de violência de vários tipos. Isso ocorre especialmente onde a liberdade religiosa não se garante ou não pode ser plenamente praticada", disse. O pontífice também denunciou que "em países e ambientes em que se diz que se tutela a liberdade e os direitos humanos, no entanto os fiéis e especialmente os católicos encontram limitações e discriminações". "Apesar de o cristão esperar isso, no plano civil essa injustiça precisa ser denunciada e eliminada", acrescentou. O papa terminou seu discurso de hoje pedindo que esta Natal suscite um "generoso compromisso de amor e que no interior das famílias e das várias comunidades se viva esse clima de fraternidade e de entendimento que tanto ajuda o bem comum". ( Do uol )Recém saído do armário, atleta Tom Daley usa avental nas cores do arco-íris
Recém saído do armário, atleta Tom Daley usa avental nas cores do arco-íris escrito ícone gay. Quando se assumiu, Daley contou que havia se apaixonado por outro rapaz, e por isso resolveu falar sobre sua sexualidade publicamente
O
saltador britânico Tom Daley, que recentemente se assumiu gay, mostrou
que além de esportista tem outros talentos: o de cozinhar. Nesta semana o
bonitinho apareceu se preparando para enfrentar o fogão com um avental
nas cores do arco-íris, no detalhe, a frase: ícone gay (veja abaixo!).
Quando
se assumiu, Daley contou que havia se apaixonado por outro rapaz, e por
isso resolveu falar sobre sua sexualidade publicamente. Dias depois, já
estava revelado o nome de quem roubou o coração do atleta britânico: o
roteirista do filme "Milk - A voz da Igualdade", Dustin Lance Black.
( De A Capa.com )
POSTADO POR PARANÁ POLÍTICO ÀS 10:03
Modelo é humilhada na Record ao tentar usar banheiro feminino, por ser transexual.
SEGUNDA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2013
Modelo é humilhada na Record ao tentar usar banheiro feminino, por ser transexual
Giovanna
Über, 21 anos, Modelo mora em Mogi das Cruzes-SP e em agosto deste ano
passou por uma situação humilhante, constrangedora e discriminatória
dentro de uma das maiores emissoras de televisão do Brasil, a Rede
Record e decidiu agora divulgar tudo o que aconteceu. Junto com amigas,
através de uma caravana, foi a emissora assistir a dois programas "O
Melhor do Brasil" e "Legendários", algo que deveria ser divertido se
tornou um passeio com um final triste.
Confira o relato da Giovanna, sobre a discriminação que sofreu dentro da Record: "Eu
cheguei de caravana na Record com o pessoal de Mogi das Cruzes, alguns
amigos e outras pessoas. Chegando lá eles pediram a apresentação do RG,
eu dei o meu rg e quando mostrei, o segurança já olhou pra mim e pro Rg
umas 3 vezes, ai que ele entendeu que eu era trans, entramos e eu fui ao
banheiro com as minhas amigas, entrei no banheiro das mulheres
normalmente e sai, sentei pois na recepção estava lotada que não cabia
gente, ai ficamos umas 2 hrs esperando até entrar, antes de entrar fui
ao banheiro fazer xixi e ai quando eu ia entrar o segurança me barrou e
disse assim: "Cade seu RG quero ver ele", ai eu disse que eu já havia
mostrado o RG na recepção, pra que você quer de novo? ai ele disse: "No
seu RG esta masculino não esta?" eu disse: "Sim pois não mudei a
identidade ainda", ai ele disse "Então você não vai entrar no banheiro
das mulheres se você quiser você entra no dos homens", ai eu disse que
não podia que eu era uma mulher transexual, ai ele disse: "Então cade o
papel que mostra que você é operada quero ver me mostra ai", eu disse
que não tinha papel nenhum e que por direito eu tinha que usar banheiro
feminino como eu uso em qualquer outro lugar, ai ele disse que se eu
quisesse usaria o dos homens que ele esvaziaria o banheiro dos homens
pra mim entrar e depois que eu saísse ai sim os homens poderiam usar o
banheiro normalmente, ele disse isso na frente de todo mundo, dos meus
amigos e ainda chamou uns 4 seguranças a mais pra ficar na minha frente
pra que eu não entrasse no banheiro feminino, ai não usei o banheiro e
entrei para assistir o programa, assisti gravei demorou muito, ai fui
tentar usar de novo o banheiro e ele me barrou gritou comigo e disse
assim "Amigão você não pode entrar ai, você é homem tem que usar
banheiro de homem" e disse que isso são normas da Record, que a própria
emissora deu essa ordem a eles e que eles só cumprem ordem da emissora,
ele me constrangeu na frente de todos, todo mundo começou a rir de mim,
muita gente não entendeu nada, uns olharam feio, outros com desprezo, me
senti a pior pessoa do mundo, chorei passei mal e mesmo assim ele não
deixou usar o banheiro"
A
denúncia de discriminação praticada por seguranças da Rede Record foi
encaminhada para a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da
Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo
tendo como base a lei estadual 10.948/01 que pune administrativamente
toda ação violenta e constrangedora praticada por motivos homofóbicos ou
transfóbicos no estado de São Paulo. Geovana diz que não denunciou na
época pois acreditava que não daria em nada e foi motivada por uma amiga
a divulgar, informa que possuí testemunhas que estavam no momento e
puderam presenciar toda a ocorrência do fato e que deseja processar a
emissora por causa da humilhação, constrangimento e discriminação que
passou. Já esta se consultando com advogados e esta sendo acompanhada
pelo Fórum Mogiano LGBT. Toda essa situação poderia ser evitada se as
pessoas respeitassem a identidade de gênero das pessoas trans*, a pessoa
deve usar o banheiro conforme a sua identidade de gênero e não de
acordo com o genital que possui ou documentos. Se você foi vítima de
situações como esta, denuncie ligando para o Disque 100 (nacional) ou
caso resida no estado de São Paulo, entre em contato com a Coordenação
de Políticas para a Diversidade Sexual, clicando aqui ou enviando e-mail
para diversidadesexual@sp.gov.br. ( Do Blog do Dom.com )

Giovanna com amigas na entrada da Record (Arquivo Pessoal)
Giovanna Über,
21 anos, Modelo mora em Mogi das Cruzes-SP e em agosto deste ano passou
por uma situação humilhante, constrangedora e discriminatória dentro de
uma das maiores emissoras de televisão do Brasil, a Rede Record e
decidiu agora divulgar tudo o que aconteceu.
Junto com amigas, através de uma caravana, foi a emissora assistir a
dois programas "O Melhor do Brasil" e "Legendários", algo que deveria
ser divertido se tornou um passeio com um final triste.
Giovanna e amiga na platéia para assistir o programa (Arquivo Pessoal)
Confira o relato da Giovanna, sobre a discriminação que sofreu dentro da Record:
"Eu
cheguei de caravana na Record com o pessoal de Mogi das Cruzes, alguns
amigos e outras pessoas. Chegando lá eles pediram a apresentação do RG,
eu dei o meu rg e quando mostrei, o segurança já olhou pra mim e pro Rg
umas 3 vezes, ai que ele entendeu que eu era trans, entramos e eu fui ao
banheiro com as minhas amigas, entrei no banheiro das mulheres
normalmente e sai, sentei pois na recepção estava lotada que não cabia
gente, ai ficamos umas 2 hrs esperando até entrar, antes de entrar fui
ao banheiro fazer xixi e ai quando eu ia entrar o segurança me barrou e
disse assim: "Cade seu RG quero ver ele", ai eu disse que eu já havia
mostrado o RG na recepção, pra que você quer de novo? ai ele disse: "No
seu RG esta masculino não esta?" eu disse: "Sim pois não mudei a
identidade ainda", ai ele disse "Então você não vai entrar no banheiro das mulheres se você quiser você entra no dos homens", ai eu disse que não podia que eu era uma mulher transexual, ai ele disse: "Então cade o papel que mostra que você é operada quero ver me mostra ai",
eu disse que não tinha papel nenhum e que por direito eu tinha que usar
banheiro feminino como eu uso em qualquer outro lugar, ai ele disse que
se eu quisesse usaria o dos homens que ele esvaziaria o banheiro dos
homens pra mim entrar e depois que eu saísse ai sim os homens poderiam
usar o banheiro normalmente, ele disse isso na frente de todo mundo, dos
meus amigos e ainda chamou uns 4 seguranças a mais pra ficar na minha
frente pra que eu não entrasse no banheiro feminino, ai não usei o
banheiro e entrei para assistir o programa, assisti gravei demorou
muito, ai fui tentar usar de novo o banheiro e ele me barrou gritou
comigo e disse assim "Amigão você não pode entrar ai, você é homem tem que usar banheiro de homem" e
disse que isso são normas da Record, que a própria emissora deu essa
ordem a eles e que eles só cumprem ordem da emissora, ele me constrangeu
na frente de todos, todo mundo começou a rir de mim, muita gente não
entendeu nada, uns olharam feio, outros com desprezo, me senti a pior
pessoa do mundo, chorei passei mal e mesmo assim ele não deixou usar o
banheiro"
"Eu disse que não podia [entrar no banheiro masculino], que eu era uma mulher transexual (...)"
A denúncia de discriminação praticada por seguranças da Rede Record foi encaminhada para a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da
Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo
tendo como base a lei estadual 10.948/01 que pune administrativamente
toda ação violenta e constrangedora praticada por motivos homofóbicos ou
transfóbicos no estado de São Paulo.
Geovana diz que não denunciou na época pois acreditava que não daria em
nada e foi motivada por uma amiga a divulgar, informa que possuí
testemunhas que estavam no momento e puderam presenciar toda a
ocorrência do fato e que deseja processar a emissora por causa da
humilhação, constrangimento e discriminação que passou. Já esta se
consultando com advogados e esta sendo acompanhada pelo Fórum Mogiano LGBT.
Toda essa situação poderia ser evitada se as pessoas respeitassem a
identidade de gênero das pessoas trans*, a pessoa deve usar o banheiro
conforme a sua identidade de gênero e não de acordo com o genital que
possui ou documentos.
Se você foi vítima de situações como esta, denuncie ligando para o
Disque 100 (nacional) ou caso resida no estado de São Paulo, entre em
contato com a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, clicando aqui ou enviando e-mail para diversidadesexual@sp.gov.br.
O Brasil precisa aprovar o Projeto de Lei de Identidade de Gênero, Lei João W. Nery! URGENTE!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Senador Randolfe garante R$400 mil para obra do cartório eleitoral de Santana
O
Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) acompanhado do presidente do
Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AP), Desembargador RaimundoVales,
estiveram no local onde será o Cartório da 6ª Zona Eleitoral de
Santana. Em 2012, o senador destinou emenda de R$400 mil para a fase
final da obra. A previsão é que em junho, antes das próximas eleições, o
cartório seja inaugurado.
O projeto prevê a construção de
sala de atendimento ao eleitor, recepção, sala do juiz eleitoral,
cozinha, dois banheiros sociais, um deles destinado a cadeirante,
garagem e depósito de urnas. A primeira fase da obra custou R$ 1 milhão
e 100 mil provenientes de emendas parlamentares da Bancada Federal. “É
importante garantir um espaço físico digno para o uso da população e
dos próprios servidores da instituição. Tendo em vista, que a cidade tem
o segundo maior eleitorado do Amapá”, afirmou o senador.
O
recurso será suficiente para a construção do Cartório da 6ª Zona, bem
como a Casa da Cidadania. O cartório será instalado na Rua D 13, quadra
17, lote 2, da Vila Amazonas.
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