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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

CRIANÇA É VÍTIMA DE BALA PERDIDA

Foi por volta das 03h00min da tarde de sábado (18), que uma rixa envolvendo três homens, acabou tendo como vítima, um garoto de 12 anos de idade, que nada tinha a ver com a rixa, cujo fato, aconteceu na Av. José de Anchieta, no  bairro Hospitalidade, em Santana. Os envolvidos na briga JOSÉ MARQUES PINHEIRO (19) o "Ere", que disparou os tiros contra os rivais AILTON SILVA (21) e o MICHEL MARTEL (20), que não foram atingidos, porém, uma das balas atingiu a nuca do garoto que estava em companhia do pai. Logo após o fato, uma Guarnição da PM do 4º Batalhão, composta pelo SGT Emanoel e os SDs P. Saches e J. Cunha, conseguiu prender o atirador, no caso o José Marques Pinheiro (Erê), que foi flagranciado na 1ª DP de Santana. O revólver não foi encontrado
F.J.B.N

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Randolfe candidato

Primeiros passos
Primeiros passos
Randolfe Rodrigues chegará em Brasília no sábado para tentar pôr sua candidatura à Presidência da República nos trilhos.
Nos dias 9 e 10, Randolfe vai se reunir com uma turma de sua confiança e começará a desenhar o programa de governo, que deverá ser coordenado por Cid Benjamin. No mesmo encontro, serão definidas as diretrizes do programa de televisão
O formato das inserções para apresentar Randolfe na TV ficará sob a responsabilidade do publicitário e cineasta Luiz Arnaldo Campos, que trabalhou em campanhas petistas nos anos 90 e é o preferido entre os candidatos do PSOL desde que Heloísa Helena concorreu ao Palácio do Planalto em 2006.
No plano político, Randolfe sonha com uma chapa puro sangue, tendo Luciana Genro como vice. Falta apenas combinar com o PSTU. O partido anda de olho na cadeira em troca do apoio a Randolfe.
Por Lauro Jardim

DUPLA É PRESA QUANDO VENDIA CRAQUE NA FEIRA DO PESCADO

Uma guarnição do BRPM comandada pelo Ten Rômulo prendeu na noite de segunda-feira (06), oALEX DAS NEVES LOPES(24) e o JOÃO PEDRO DA SILVA COSTA (24), quando os mesmos estavam vendendo craque na feira do pescado, na Beira Rio, no Bairro Perpetuo Socorro. Segundo os policiais, várias motos e carros paravam constantemente naquele local com o objetivo de comprar a muruita. Com eles, os canas apreenderam ainda, 5 cabeças de craque e a importância de 197,00 reais, fruto da venda da droga. Os dois foram entregues no CIOSP do Pacoval, onde o delegado de plantão tomou as providencias com acordo com a Lei.
F.J.B.N

ESTATÍSTICA DAS MORTES VIOLENTAS DE 01.01 a 03.01.2014

1º ARMA DE FOGO: com 04 homicídios
2 em Macapá;
1 em Santana, 1 na Rodovia Duca Serra;
3 do sexo masculino e 1 do sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado foram nenhum homicídios.

2º ARMA BRANCA com 03 homicídios
1 em Macapá, 1 em Oiapoque, 1 na BR-210;
2 do sexo masculino 1 do sexo feminino.
Obs.: No mesmo período do ano passado foram 2 homicídios, nenhum em Macapá.

3º AFOGAMENTO: 02 óbitos
1 no Rio Preto (Mazagão), 1 no Cunani (Calçoene).
Ambos do sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhum caso.

4º POR CAUSA DESCONHECIDA: 01 óbito
1 na Rodovia AP-020.
Sexo masculino.
Obs.: No mesmo período do ano passado nenhuma morte.

OBS: No ano passado foram registrados:
1 morte no trânsito em Macapá.
1 suicídio em Macapá.

Macapá, 04 de Janeiro de 2014.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Mister Brasil Diversidade, Carlos Gabriel visita gays e travestis no Instituto Penal de Campo Grande

Mister Brasil Diversidade, Carlos Gabriel visita gays e travestis no Instituto Penal de Campo Grande

Na última sexta-feira (20), o Mister Brasil Diversidade 2013, Carlos Gabriel, visitou o Instituto Penal de Campo Grande. Em comemoração ao Natal, o Mister presenteou gays, travestis e transexuais, que estavam em cumprimento de pena, com presentes e brindes. A iniciativa surgiu da Coordenação do Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (CENTRHO) e da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social de Mato Grosso do Sul. Ao ser convidado, o Mister abraçou de imediato essa ação, que promove acolhimento e atenção a membros da comunidade LGBT que se encontram, em sua maioria, esquecidos pelos próprios familiares, justamente nessa época do ano em que todos são chamados para refletir sobre fraternidade e solidariedade, sentimentos relacionados à festa natalina. "Fiquei muito emocionado com a receptividade dos reclusos e suas palavras de agradecimento pelo fato de sentirem-se totalmente esquecidos pela sociedade e por seus familiares. Foi uma experiência muito gratificante." Além de Carlos Gabriel, participaram da visita o coordenador do CENTRHO, Leonardo Bastos, e o presidente da Comissão da Diversidade Sexual da OAB/MS, Júlio Valcanaia.
( De A Capa.com )
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Daniela Mercury e sua companheira Malu Verçosa

Daniela Mercury e Malu Verçosa celebram as conquistas de 2013

“Qual foi o seu objetivo, jornalista?”, indaga Daniela Mercury em tom provocador, olhando de canto de olho para Malu Verçosa. Malu começa a elaborar uma resposta na tentativa de explicar o que a levou a escrever um livro contando os detalhes da paixão vivida pelas duas e que terminou em casamento e causou comoção nacional. Daniela corta: “Ela podia ter sido repórter de televisão porque é bonita, com uma voz sexy...”. A jornalista ri, encabulada. “Percebe? Ela faz isso para me deixar sem graça”, comenta Malu. O papo aconteceu durante a entrevista do casal ao EGO sobre o livro lançado por Daniela e Malu, “Daniela e Malu — Uma história de amor” (Editora LeYa). Enquanto discorrem sobre as alegrias e agruras da exposição da relação – que começou a repercutir no dia 3 de abril quando o casal decidiu assumir publicamente o namoro através de um post no Instagram -, Malu joga três saquinhos de sal amarrados por um alfinete para a cantora: “Toma. O sal da vida”. Daniela solta uma sonora gargalhada. “É que meus pais têm esse ditado: ‘A gente só conhece uma pessoa quando come com ela uma saca de sal’. Nosso amor, nossa relação, nossa convivência. Tudo em nós está sendo testado”, explica a cantora. Durante a entrevista, a conversa retoma diversas vezes o mesmo tom desafiador, de brincadeiras e muita cumplicidade. Apesar dos medos que chegaram a render inúmeras discussões entre as duas, hoje, Daniela e Malu têm muito a comemorar ao lado das filhas Márcia Vanessa, 15 anos, Ana Alice, 12, e Ana Isabel, 4, adotadas pela cantora quando ainda era casada com Marco Scabia. A afinidade de Malu com as meninas é tanta, que Daniela entrega sentir um certo ciuminho. “Alice escreveu que Malu é a mãe dos sonhos dela e eu comentei: ‘Malu é a mãe dos seus sonhos, né? Ah tá, adorei saber disso’”, conta Daniela rindo. Sobre 2013, a jornalista dispara com bom humor: “Quero férias”. Já a cantora define o período em que tantas mudanças aconteceram em sua vida como um recomeço: “Foi um intensivão. Um dos anos mais intensos de toda a minha vida, que valeu ao ano do ‘Canto da cidade’ (música com que Daniela estourou). Tive até a sensação de que a vida estava começando de novo”. A seguir, Daniela e Malu contam como enfrentaram o preconceito e construíram uma nova família.
Qual foi o objetivo de vocês quando decidiram escrever o livro? Daniela Mercury: Se não estivessemos apaixonadas, não iríamos contar história nenhuma, porque não daria liga. Escrevemos primeiro porque estávamos apaixonadas, depois porque nós vimos tudo acontecendo (se refere as manifestações populares em junho deste ano). Ela como jornalista e eu como militante que sou, acostumada a lidar com as questões humanas, percebi do meu jeito, com o meu olhar, que estávamos movimentando uma história importante no Brasil. Protagonizando uma mudança de comportamento. Vimos que a sociedade reagiu e que o jornalismo resolveu abraçar essa luta. Foi muito excitante juntar o amor da gente com a paixão que foi poder servir ao mundo dessa maneira. Aí não tinha como resistirmos a escrever um livro. O livro conta detalhes do relacionamento das duas. O que acham das pessoas que criticam vocês pela superexposição da relação? Daniela Mercury: Acho que uma das grandes questões foi: 'até que ponto Daniela está querendo manipular a imprensa?' O que vi nas redes sociais, de um grupo de pessoas, e não foram poucas, foi 'ah ela está fazendo isso para se promover'. Imagina se eu não fosse uma artista com 20 anos de carreira, com uma postura que venho mantendo esse tempo todo? Não é à toa que um artista novo fica com medo de fazer uma coisa dessas. Como ele não é conhecido, tem medo de correr o risco e se posicionar. Imagine eu, que com a história de vida que tenho, ainda acharam isso. Então é lógico que é difícil. Os artistas já vivem muito julgados e expostos. Parece fácil, a ponto de que alguém fizesse só para chamar a atenção. Mas quando isso vira uma realidade... Ficam magoadas com os comentários mais pesados? Sofreram preconceito depois que se assumiram? Malu: Às vezes, em rede social, lemos comentários ofensivos, maldosos, mas na internet é tudo muito fácil. Pessoalmente nunca ouvimos nenhuma agressão nem ouvimos nada no meio da rua. Eu comecei a ler os comentários até pelo hábito de jornalista mesmo, mas acabei parando porque vi que é uma bobajada tão grande... E a Daniela se magoa demais. Então nem deixo ela ler. Como tem gente desajustada... As pessoas têm que entender que gente é gente, ninguém é igual a ninguém. Na minha casa teve um ensinamento do meu pai de vida inteira que é de que as pessoas são diferentes e temos que respeitá-las como são. Daniela: O que recebemos pessoalmente é o oposto. Tivemos várias manifestações gostosas e diferentes sobre o assunto, desde a gente estar correndo na praia e um homem de uns 60 anos virar e falar: 'Você deu uma sacudida no Brasil! Estava precisando acontecer alguma coisa'. As coisas mais entusiastas vem dos heterossexuais. Ouvimos 'muito obrigada' das famílias de pessoas que tem gays e se sentiram legitimadas.
Como as meninas lidaram com a notícia da união de vocês? Elas tiveram dúvidas? Malu: Não. A de 15 anos a gente conversa muito porque começou a namorar, mas é outra geração. É muito mais natural para eles. Não tiveram perguntas ou dúvidas. Pelo contrário. Ela é uma espécie de ídola na escola porque somos corajosas, porque lutamos contra o preconceito. Os colegas frequentam lá em casa, conversamos com os pais. É tudo normal. As meninas não sofreram preconceito nenhum. Dos boatos que inventaram, qual mais incomodou? Malu: A nossa separação. Estávamos gravando para um programa de TV e eu lembro porque foi no dia em que pedi demissão. Entre uma coisa e outra saiu que tínhamos nos separado e por isso eu teria pedido demissão. Também teve a história de que eu teria feito uma inseminação e vendido as fotos do parto para uma revista. Fiquei louca com aquilo. A gente tem adolescentes com 12 e 15 anos de idade que leem tudo que sai na internet. Não é justo que elas cheguem em casa e perguntem: 'Ah vocês resolveram engravidar?'. Isso não é certo. No dia que saiu a notícia que a gente tinha se separado as meninas chegaram em casa da escola e falaram: 'É porque saiu na internet que vocês estavam separadas'. Nós falamos: 'Como que estamos separadas? Não estamos aqui?'. E vocês pensam em aumentar a família? Malu: (silêncio seguido de gargalhadas) Penso e não penso em ter mais filhos, porque já temos três em casa, é muita coisa, e em fases difíceis. Adoramos criança, mas por enquanto não dá. Por ela eu já teria parido até, mas como sou uma pessoa que tem juízo... Daniela: Estamos muito apaixonadas estamos querendo curtir. São muitas mulheres em casa e ainda ganhei uma cadelinha chamada Preta.
Como é para elas terem duas mães? Malu: Ninguém impõe a maternidade para ninguém. A Daniela falou para elas que estava namorando comigo e a relação se formou naturalmente. Quando estava escrevendo o livro perguntei para as duas mais velhas se podia dizer que elas eram minhas filhas e elas agiram com surpresa tipo: “Ô, e não vai dizer?”. Me senti até meio idiota. Daniela é verdade que você parou de fumar por causa da Malu? Daniela: Parei e ai de mim se não tivesse parado. Essa mulher é uma terrorista. O carnaval eu ainda negociei. Mas já sentia o inferno astral dela apagando tudo que era cigarro, molhando, escondendo com as crianças. Ela não deixa nada, é um perigo, rigorosa. Me enlouqueceu. Me dava sermão e eu falava que isso ia atrapalhar a nossa vida. Até ameacei me separar (risos). Malu: A verdade é que ela me falou que se eu ficasse com ela, ela parava de fumar. Eu falei para as meninas: 'Quem catar mais cigarros de mamãe Dan Dan vai ganhar prêmio'. Elas catavam a casa toda. O que mais vocês mudaram uma pela outra? Daniela: Eu estou acordando cedo, levando bronca, quem manda em 80% das coisas que eu faço hoje em dia é ela, perdi grande parte da minha autonomia. Pode botar na entrevista. Isso eu aliviei no livro. Eu tenho que voltar correndo para a minha psicanálise (risos). Malu: Eu era jornalista de televisão há 20 anos, não suporto avião, morro de medo, mas agora eu não tenho como fugir. Não suportava tirar foto. Mas faço tudo por ela. Mudei minha profissão e mudei meus hábitos. Acordo tarde. Eu pedi demissão porque não conseguia trabalhar na televisão, escrever o livro, cuidar de três crianças e pegar três horas de engarrafamento todos os dias. Minha vida virou do avesso. Foi porque eu quis. Eu ia abrir mão de três crianças, do livro que era meu sonho, ou da Daniela? Não. Era uma decisão corajosa que não tomei de uma hora para outra. Passei quase três meses pensando. A vida da Daniela acontece o tempo inteiro. Não tem essa de sábado e domingo. Se você está presa numa rotina passa apenas a ler sobre a pessoa com quem está casada. Não dá. Não me arrependo disso e o livro foi uma redenção.
Vocês têm personalidade forte, mas acertam os ponteiros com bom humor. Como lidam com as diferenças? Daniela Mercury: Nosso amor, nossa relação, nossa convivência... Tudo em nós está sendo testado. Até o que a gente gosta de vestir, como faz o cacho do cabelo. Porque com tudo isso tivemos que fazer muitas atividades juntas e isso nos fez escrever um livro. Malu largou o trabalho para escrever. Estou convencendo-a a trabalhar comigo. Nós não somos fáceis, nenhuma das duas. Somos pessoas muito boas e corretas, mas não somos fáceis em nada, cada dia é um Instagram (se refere ao momento em que assumiram a relação através da rede social). Depois de tudo isso, qual o balanço que fazem de 2013? Malu: Eu quero férias (risos). Daniela: Foi um intensivão. Um dos anos mais intensos de toda a minha vida, que valeu ao ano do ‘Canto da cidade’ (música com que Daniela estourou). Tive até a sensação de que a vida estava começando de novo. Foi um ano de exaustão, de surpresas, de um casamento que teve uma importância emocional e política dentro de nós. Porque a gente já se sentia casada, mas teve um peso transformador tornar tudo isso legal. Teve um impacto enorme para todo mundo. Nossas empregadas trabalham comigo tem 30 anos e no final vieram nos abraçar, dizer que estavam emocionadas com a nossa relação e passaram a tratá-la de outra maneira dentro de casa. Legitimou o papel dela. Para os nossos parentes, por mais que eles estivesse tranquilos, todo mundo teve que se acostumar com uma novidade. Não foi uma coisa simples. Todos têm cultura, capacidade de aceitar o mundo e a diversidade, mas de qualquer jeito é uma realidade diferente que precisava ser absorvida emocionalmente. O casamento civil foi de uma importância tamanha, porque para as crianças é água, mas para os adultos é pedra para engolir. E que só dá para engolir com muito amor, vendo a gente feliz.
( Do ego.com )

Papa questiona visão "adocicada" e de "conto de fadas" do Natal

O papa Francisco explicou, durante a celebração da reza do Ângelus na praça de São Pedro nesta quinta-feira (26), que a "visão adocicada e de conto de fadas" que se tem do Natal não é a que aparece no Evangelho. Na mensagem, o papa também denunciou a perseguição dos cristãos em várias partes do mundo.

"Vocês não têm medo da chuva?", perguntou, brincando, o papa aos fiéis, hoje apenas algumas centenas que aguaradavam sob uma intensa chuva na praça de São Pedro. Depois Francisco explicou que hoje se celebra São Estêvão, que foi o primeiro mártir da Igreja, e lembrou seu martírio por apedrejamento e como perdoou seus agressores no momento de sua morte. O pontífice argentino explicou que "a festa São Estêvão está em plena sintonia com o profundo significado do Natal, já que no martírio o amor venceu a violência". "A memória do primeiro mártir dissolve a falsa imagem do Natal, essa imagem de contos de fada, adocicada, que no Evangelho não existe", explicou. Jorge Bergoglio afirmou que "na Liturgia se lê o sentido autêntico da encarnação, vinculando o Presépio ao Calvário e lembrando que a salvação divina implica a luta contra o pecado e que passa pela cruz". Francisco também pediu para rezarem pelos "cristãos que sofrem discriminação por testemunhar Cristo e o Evangelho". "Irmãos e irmãs que, como São Estêvão são acusados injustamente e são alvo de violência de vários tipos. Isso ocorre especialmente onde a liberdade religiosa não se garante ou não pode ser plenamente praticada", disse. O pontífice também denunciou que "em países e ambientes em que se diz que se tutela a liberdade e os direitos humanos, no entanto os fiéis e especialmente os católicos encontram limitações e discriminações". "Apesar de o cristão esperar isso, no plano civil essa injustiça precisa ser denunciada e eliminada", acrescentou. O papa terminou seu discurso de hoje pedindo que esta Natal suscite um "generoso compromisso de amor e que no interior das famílias e das várias comunidades se viva esse clima de fraternidade e de entendimento que tanto ajuda o bem comum". ( Do uol )

Recém saído do armário, atleta Tom Daley usa avental nas cores do arco-íris

Recém saído do armário, atleta Tom Daley usa avental nas cores do arco-íris escrito ícone gay. Quando se assumiu, Daley contou que havia se apaixonado por outro rapaz, e por isso resolveu falar sobre sua sexualidade publicamente

O saltador britânico Tom Daley, que recentemente se assumiu gay, mostrou que além de esportista tem outros talentos: o de cozinhar. Nesta semana o bonitinho apareceu se preparando para enfrentar o fogão com um avental nas cores do arco-íris, no detalhe, a frase: ícone gay (veja abaixo!).
Quando se assumiu, Daley contou que havia se apaixonado por outro rapaz, e por isso resolveu falar sobre sua sexualidade publicamente. Dias depois, já estava revelado o nome de quem roubou o coração do atleta britânico: o roteirista do filme "Milk - A voz da Igualdade", Dustin Lance Black.
( De A Capa.com )

Modelo é humilhada na Record ao tentar usar banheiro feminino, por ser transexual.

SEGUNDA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2013

Modelo é humilhada na Record ao tentar usar banheiro feminino, por ser transexual

Giovanna Über, 21 anos, Modelo mora em Mogi das Cruzes-SP e em agosto deste ano passou por uma situação humilhante, constrangedora e discriminatória dentro de uma das maiores emissoras de televisão do Brasil, a Rede Record e decidiu agora divulgar tudo o que aconteceu. Junto com amigas, através de uma caravana, foi a emissora assistir a dois programas "O Melhor do Brasil" e "Legendários", algo que deveria ser divertido se tornou um passeio com um final triste.
Confira o relato da Giovanna, sobre a discriminação que sofreu dentro da Record: "Eu cheguei de caravana na Record com o pessoal de Mogi das Cruzes, alguns amigos e outras pessoas. Chegando lá eles pediram a apresentação do RG, eu dei o meu rg e quando mostrei, o segurança já olhou pra mim e pro Rg umas 3 vezes, ai que ele entendeu que eu era trans, entramos e eu fui ao banheiro com as minhas amigas, entrei no banheiro das mulheres normalmente e sai, sentei pois na recepção estava lotada que não cabia gente, ai ficamos umas 2 hrs esperando até entrar, antes de entrar fui ao banheiro fazer xixi e ai quando eu ia entrar o segurança me barrou e disse assim: "Cade seu RG quero ver ele", ai eu disse que eu já havia mostrado o RG na recepção, pra que você quer de novo? ai ele disse: "No seu RG esta masculino não esta?" eu disse: "Sim pois não mudei a identidade ainda", ai ele disse "Então você não vai entrar no banheiro das mulheres se você quiser você entra no dos homens", ai eu disse que não podia que eu era uma mulher transexual, ai ele disse: "Então cade o papel que mostra que você é operada quero ver me mostra ai", eu disse que não tinha papel nenhum e que por direito eu tinha que usar banheiro feminino como eu uso em qualquer outro lugar, ai ele disse que se eu quisesse usaria o dos homens que ele esvaziaria o banheiro dos homens pra mim entrar e depois que eu saísse ai sim os homens poderiam usar o banheiro normalmente, ele disse isso na frente de todo mundo, dos meus amigos e ainda chamou uns 4 seguranças a mais pra ficar na minha frente pra que eu não entrasse no banheiro feminino, ai não usei o banheiro e entrei para assistir o programa, assisti gravei demorou muito, ai fui tentar usar de novo o banheiro e ele me barrou gritou comigo e disse assim "Amigão você não pode entrar ai, você é homem tem que usar banheiro de homem" e disse que isso são normas da Record, que a própria emissora deu essa ordem a eles e que eles só cumprem ordem da emissora, ele me constrangeu na frente de todos, todo mundo começou a rir de mim, muita gente não entendeu nada, uns olharam feio, outros com desprezo, me senti a pior pessoa do mundo, chorei passei mal e mesmo assim ele não deixou usar o banheiro"
A denúncia de discriminação praticada por seguranças da Rede Record foi encaminhada para a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo tendo como base a lei estadual 10.948/01 que pune administrativamente toda ação violenta e constrangedora praticada por motivos homofóbicos ou transfóbicos no estado de São Paulo. Geovana diz que não denunciou na época pois acreditava que não daria em nada e foi motivada por uma amiga a divulgar, informa que possuí testemunhas que estavam no momento e puderam presenciar toda a ocorrência do fato e que deseja processar a emissora por causa da humilhação, constrangimento e discriminação que passou. Já esta se consultando com advogados e esta sendo acompanhada pelo Fórum Mogiano LGBT. Toda essa situação poderia ser evitada se as pessoas respeitassem a identidade de gênero das pessoas trans*, a pessoa deve usar o banheiro conforme a sua identidade de gênero e não de acordo com o genital que possui ou documentos. Se você foi vítima de situações como esta, denuncie ligando para o Disque 100 (nacional) ou caso resida no estado de São Paulo, entre em contato com a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, clicando aqui ou enviando e-mail para diversidadesexual@sp.gov.br. ( Do Blog do Dom.com )



 
Giovanna com amigas na entrada da Record (Arquivo Pessoal)

Giovanna Über, 21 anos, Modelo mora em Mogi das Cruzes-SP e em agosto deste ano passou por uma situação humilhante, constrangedora e discriminatória dentro de uma das maiores emissoras de televisão do Brasil, a Rede Record e decidiu agora divulgar tudo o que aconteceu.

Junto com amigas, através de uma caravana, foi a emissora assistir a dois programas "O Melhor do Brasil" e "Legendários", algo que deveria ser divertido se tornou um passeio com um final triste.

Giovanna e amiga na platéia para assistir o programa (Arquivo Pessoal)

Confira o relato da Giovanna, sobre a discriminação que sofreu dentro da Record:

"Eu cheguei de caravana na Record com o pessoal de Mogi das Cruzes, alguns amigos e outras pessoas. Chegando lá eles pediram a apresentação do RG, eu dei o meu rg e quando mostrei, o segurança já olhou pra mim e pro Rg umas 3 vezes, ai que ele entendeu que eu era trans, entramos e eu fui ao banheiro com as minhas amigas, entrei no banheiro das mulheres normalmente e sai, sentei pois na recepção estava lotada que não cabia gente, ai ficamos umas 2 hrs esperando até entrar, antes de entrar fui ao banheiro fazer xixi e ai quando eu ia entrar o segurança me barrou e disse assim: "Cade seu RG quero ver ele", ai eu disse que eu já havia mostrado o RG na recepção, pra que você quer de novo? ai ele disse: "No seu RG esta masculino não esta?" eu disse: "Sim pois não mudei a identidade ainda", ai ele disse "Então você não vai entrar no banheiro das mulheres se você quiser você entra no dos homens", ai eu disse que não podia que eu era uma mulher transexual, ai ele disse: "Então cade o papel que mostra que você é operada quero ver me mostra ai", eu disse que não tinha papel nenhum e que por direito eu tinha que usar banheiro feminino como eu uso em qualquer outro lugar, ai ele disse que se eu quisesse usaria o dos homens que ele esvaziaria o banheiro dos homens pra mim entrar e depois que eu saísse ai sim os homens poderiam usar o banheiro normalmente, ele disse isso na frente de todo mundo, dos meus amigos e ainda chamou uns 4 seguranças a mais pra ficar na minha frente pra que eu não entrasse no banheiro feminino, ai não usei o banheiro e entrei para assistir o programa, assisti gravei demorou muito, ai fui tentar usar de novo o banheiro e ele me barrou gritou comigo e disse assim "Amigão você não pode entrar ai, você é homem tem que usar banheiro de homem" e disse que isso são normas da Record, que a própria emissora deu essa ordem a eles e que eles só cumprem ordem da emissora, ele me constrangeu na frente de todos, todo mundo começou a rir de mim, muita gente não entendeu nada, uns olharam feio, outros com desprezo, me senti a pior pessoa do mundo, chorei passei mal e mesmo assim ele não deixou usar o banheiro"


"Eu disse que não podia [entrar no banheiro masculino], que eu era uma mulher transexual (...)"

A denúncia de discriminação praticada por seguranças da Rede Record foi encaminhada para a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo tendo como base a lei estadual 10.948/01 que pune administrativamente toda ação violenta e constrangedora praticada por motivos homofóbicos ou transfóbicos no estado de São Paulo.

Geovana diz que não denunciou na época pois acreditava que não daria em nada e foi motivada por uma amiga a divulgar, informa que possuí testemunhas que estavam no momento e puderam presenciar toda a ocorrência do fato e que deseja processar a emissora por causa da humilhação, constrangimento e discriminação que passou. Já esta se consultando com advogados e esta sendo acompanhada pelo Fórum Mogiano LGBT.

Toda essa situação poderia ser evitada se as pessoas respeitassem a identidade de gênero das pessoas trans*, a pessoa deve usar o banheiro conforme a sua identidade de gênero e não de acordo com o genital que possui ou documentos.

Se você foi vítima de situações como esta, denuncie ligando para o Disque 100 (nacional) ou caso resida no estado de São Paulo, entre em contato com a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, clicando aqui ou enviando e-mail para diversidadesexual@sp.gov.br.


O Brasil precisa aprovar o Projeto de Lei de Identidade de Gênero, Lei João W. Nery! URGENTE!


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Senador Randolfe garante R$400 mil para obra do cartório eleitoral de Santana

O Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) acompanhado do presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AP), Desembargador RaimundoVales, estiveram no local onde será o Cartório da 6ª Zona Eleitoral de Santana. Em 2012, o senador destinou emenda de R$400 mil para a fase final da obra. A previsão é que em junho, antes das próximas eleições, o cartório seja inaugurado.

O projeto prevê a construção de sala de atendimento ao eleitor, recepção, sala do juiz eleitoral, cozinha, dois banheiros sociais, um deles destinado a cadeirante, garagem e depósito de urnas. A primeira fase da obra custou R$ 1 milhão e 100 mil provenientes de emendas parlamentares da Bancada Federal. “É importante garantir um espaço físico digno para o uso da população e dos próprios servidores da instituição. Tendo em vista, que a cidade tem o segundo maior eleitorado do Amapá”, afirmou o senador.

O recurso será suficiente para a construção do Cartório da 6ª Zona, bem como a Casa da Cidadania. O cartório será instalado na Rua D 13, quadra 17, lote 2, da Vila Amazonas.